HEARTHSTONEA Mentalidade de Um Jogador Lendario

Marduk 19 de abril de 2015

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A mentalidade se refere ao processo de pensamento de um indivíduo. Enquanto algumas pessoas se referem à mentalidade estritamente como sua atitude, eu adoto uma definição mais ampla que basicamente se resume a duas coisas:

► Sobre o que pensar?
► Como pensar sobre isso?

Muitos dos melhores jogadores de Hearthstone têm experiência em pôquer, Magic e outros jogos de cartas. Isso acontece porque as habilidades desses jogos são diretamente transferíveis para o Hearthstone.

No Hearthstone, como um jogador frequente lendário, defendo que a diferença entre um jogador lendário e não-lendário é a mentalidade. Um jogador lendário saberá no que pensar e como fazê-lo. Por outro lado, um jogador não-lendário não sabe o que considerar dada uma circunstância em especial e consequentemente são mais propensos a fazerem jogadas ineficazes.

Nesse artigo, vou falar sobre três aspectos que você deveria considerar em cada jogo: avaliar todas as opções, ter um olhar crítico sobre sua jogada e controlar suas emoções.

Avalie todas as opções

Como o pôquer, o Hearthstone é um jogo onde decisões são feitas sob informações imperfeitas, que decorrem de:

► Seu próprio deck – as cartas são compradas aleatoriamente e você não sabe o que está por vir
► A mão/deck do seu adversário – você não tem informação sobre quais cartas seu oponente está usando e a mão atual deles.
► As próprias cartas contêm elementos de aleatoriedade – muitas vezes referidos como RNG (gerador de números aleatórios).

Uma parte essencial da mentalidade de um jogador lendário é ter uma mente analítica que avalia todas as opções antes de fazer decisões sobre o que jogar. Os melhores jogadores no Hearthstone não jogam uma carta sem pensar em todas as situações e repercussões possíveis de cada opção.

Por tanto, a fim de colocar isso em prática, você deve falar consigo mesmo sobre todas as jogadas possíveis antes de jogar a sua mão. Apesar de ser tentador jogar uma Jubalta da Savana no turno 6 ou um Dr. Cabum no turno 7 rapidamente, podem haver circunstâncias em que essas jogadas não são corretas. Certas jogadas que inicialmente são ditas como fracas podem ser as jogadas ideais, uma vez que todas as opções são exploradas.

Essa é uma descrição geral do que você deve estar considerando em cada turno. Note que certos aspectos comentados acima são mais relevantes para diferentes etapas do jogo.

 Você tem letal? (relevância: do mid para o late game)

Enquanto verificar o letal no início do jogo é inútil (a não ser que você esteja usando um deck que tem um burst incrível no early game, como Xamã Mecanoide), procurar pelo letal do mid ao late game é particularmente importante, já que é facilmente perdido. Mesmo jogadores profissionais de Hearthstone irão, de vez em quando, perder uma oportunidade óbvia para o letal.

As consequências de perder o letal podem ser mínimas, já que você deve ter uma posição de liderança e conseguir o letal no turno seguinte. No entanto, de vez em quando, essa pode ser a diferença entre vencer e perder a partida. Procurar pelo letal também inclui planejar um letal em potencial nos próximos 2 ou 3 turnos. Se acha que você pode matar seu oponente nos próximos turnos, você deve tentar jogar suas cartas para maximizar seu dano durante esses turnos ao invés de fazê-lo em apenas um.

Seu adversário tem letal? (relevância: do mid ao late game)

Apesar de este conselho parecer óbvio, existem muitos casos onde seu oponente potencialmente pode ter o letal. Na maioria das situações é uma questão de contar o dano na mesa do seu adversário.

No entanto, você também deve considerar o que seu adversário tem na mão. Por exemplo, contra um Caçador, você pode precisar contar o dano da mesa mais um possível Soltem os Cães ou Comando para Matar. A regra de ouro quando estiver considerando o possível dano do seu adversário é levar em conta apenas uma cópia de uma carta. A exceção a essa regra é quando ele tiver uma mão cheia de cartas ou tiver poucas cartas restantes no deck. Nesse caso, presumir o pior pode te salvar de uma morte iminente.

alex portuguesComo eu venço essa partida? (relevância: todo o jogo)

Isso pode parecer óbvio, mas no Hearthstone você tem que jogar para vencer. No entanto, o que várias pessoas não entendem é que às vezes sua linha de jogo prolonga o inevitável ao invés de dá-los a chance, ainda que pequena, de vencer.

Por exemplo, eu estava assistindo meu amigo jogar com seu Freeze Mage contra um Guerreiro Controle (um confronto muito desfavorável). A mesa estava limpa, ele tinha 10 de vida com um Bloco de Gelo em jogo, enquanto o Guerreiro tinha 28 de vida e 14 de armadura. Meu amigo tem a intenção de jogar a Alexstrasza, mas não sabe se transforma a vida dele ou a de seu adversário em 15.

Minha resposta foi que a Alexstrasza tinha que ser jogada ofensivamente para vencer. Muitas vezes o Freeze Mage se esforça para conseguir dano o suficiente para finalizar um Guerreiro e desistir de 13 de dano para uma cura de 5 de vida vai fazer com que você perca a partida no final das contas, mesmo que faça com que sua vida total seja levemente mais vulnerável.

Outro exemplo é quando eu estava jogando contra um Face Hunter com meu deck Malygos (outro confronto desfavorável). Eu tinha o controle da mesa com dois Agente da AVIN, mas estava começando a ficar com pouca vida. O Face Hunter joga um Golem Arcano e poderes heroicos, fazendo com que eu ficasse com 11 de vida. Aqui está a situação visualmente.

artigo ima

Nessa situação, escolhi Aturdir o Golem Arcano, ir na cara com os Agente da AVIN e fazer a adaga. Agora você deve estar pensando: por que Aturdir o Golem Arcano quando ele pode simplesmente jogá-lo de novo no próximo turno para mais 4 de dano?

A razão pela qual Aturdimos o Golem Arcano é porque o Eviscerar é nossa chave para vencer. Previsto que somos capazes de atacar com nossa mesa no próximo turno, podemos matar o Face Hunter com o Eviscerar e o dano da mesa.

 Como criamos a melhor posição de mesa possível? (relevância: todo o jogo)

Apesar de isso ser mais relevante para decks que são baseados no controle de mesa, você deveria considerar qual jogada cria a posição de mesa mais favorável.

O exemplo mais apropriado que posso pensar é em confronto entre dois Magos Mecanoides. Suponha que seu adversário começa primeiro e joga um Gnomo de Corda. Você tem a escolha de ou usar a moeda e pingar no Gnomo de Cordaou jogar um Cientista Louco (vamos supor que passar o turno é abaixo do ideal). Em quase todos os casos, pingar o Gnomo de Corda permite que seu oponente coloque uma nova ameaça na mesa e mantenha o momentum e o controle de mesa. Por outro lado, jogar o Cientista Louco não só ameaça o Gnomo, mas também te dá uma Entidade do Espelho de graça quando morre, o que te dá uma grande chance de obter o controle da mesa no próximo turno.

O que você planeja jogar nos próximos 2 ou 3 turnos? (relevância: early para o mid game)

Você deve ter o objetivo de ter uma curva de mana boa nos próximos turnos, o que quer dizer que você não deve jogar algo que interrompa essa curva.

Por exemplo, jogando como um Druída, digamos que você compre dois Avivar, um Arrota-Lodo e um Retalhador Guiado e você é o primeiro a jogar. Não há motivo para usar dois Avivar e um lacaio de 5 de mana no turno 1 se você vai usar o poder heróico nos próximos dois turnos. Uma jogada melhor é passar o turno 1, dar Avivar e Retalhador Guiado no turno 2 e Avivar e Arrota-Lodo no turno 3. Deste modo, você está desenvolvendo uma mesa forte com 2 turnos consecutivos, isso também te dá tempo para comprar e ter mais jogadas do turno 4 para frente.

O que meu adversário pode jogar no próximo turno? (relevância: todo o jogo)

Atualmente, o Hearthstone tem cerca de 700 possíveis cartas que jogadores podem incluir em seus decks. Por isso, é muito difícil prever exatamente quais cartas seu adversário está usando. Felizmente, existem dois favores que irão lhe fornecer uma série de informações sobre o deck do seu adversário:

► O herói dele
► As cartas que ele já jogou

Do herói em si, você pode elimitar todas as outras cartas de classe, o que reduz as possibilidades consideravelmente. Além disso, você vai notar que os jogadores tendem a usar os mesmos decks que são populares. Desde semana passada, notei que a introdução do Chefe da Gangue dos Diabretes fez com que o Zoo subisse novamente. Isso acontece devido aos jogadores pegando da internet o deck lenda de Zoo que esteve na primeira colocação no servidor NA.

Outro indicador chave da mão do seu adversário é o que ele jogou nos turnos anteriores. Por exemplo, um Mago que jogou um Mecano-traslador é claramente um Mago Mecanoide, com a variedade habitual de Mecanoides e o Arquimago Antônidas como finalizador no late game. Outro exemplo seria um Caçador jogar um Gnomo Leproso e um Infiltrador Worgen – uma indicação clara de Face Hunter.

Tendo esse conhecimento, você pode hipotetizar as possíveis jogadas do seu adversário. Por exemplo, jogando contra um Paladino, as jogadas prováveis são Minirrobô Blindado no turno 2, Preparação de Batalha no turno 3 e Consagração ou Defensora Veraprateada no turno 4. Hipotetizar as possíveis jogadas do seu adversário pode potencialmente mudar sua tomada de decisão de cada turno.

 Sequência de jogadas

A ordem que você joga suas cartas pode ser a diferença entre perder ou vencer. Isso inclui erros como não jogar a Punhalada pelas Costas antes de trocar seu lacaio (você não pode usar a Punhalada pelas Costas em um lacaio ferido) ou não contar suas cartas apropriadamente antes de usar a Disparada e queimar uma carta.

No entanto, a sequência de jogadas também é relevante para cartas que são baseadas no RNG, como o Dr. Cabum, Companheiro Animal etc. Por exemplo, você é um Caçador Midrange correndo pelo letal. Você tem quatro lacaios na mesa, e a jogada do próximo turno envolverá o Companheiro Animal. Nesse caso, você jogaria o Companheiro Animal primeiro antes de atacar com seus lacaios, já que há uma chance em três de conseguir um Leokk, que te daria mais quatro de danos dos seus lacaios no total.

A regra para sequenciamento é jogar seus elementos de RNG primeiro antes de fazer mais movimentos. Isso ocorre porque você poderia gastar muito tempo pensando em resultados potenciais, quando esse tempo é melhor utilizado depois que o RNG acontece e ENTÃO reagir. É claro, existem exceções para essa regra, mas na maioria dos casos, você deve deixar o RNG fazer seu papel primeiro.

 Companheiro AnimalCriticando seu jogo

Os melhores jogadores de Hearthstone (e em outros jogos de cartas) consistentemente avaliam como jogaram após um jogo. É assim que os melhores jogadores permanecem os melhores; eles estão constantemente avaliando seus êxitos e erros para se certificarem de que seus êxitos sejam reproduzidos, enquanto que seus erros sejam eliminados.

Por isso, para melhorar sua jogabilidade, você deve aprender a avaliar sua jogabilidade após uma partida. Independentemente se você ganha ou perde, sempre tenha um breve momento após uma partida para analisar criticamente seu desempenho. Mesmo se você simplesmente acabou com seu adversário, é importante pensar se você fez as jogadas corretas nos turnos cruciais.

Muitas vezes, é tentador deixar isso para lá quando está em uma sequência de vitórias grande. No entanto, essa atitude não é propícia à melhoria, já que você não vai desenvolver suas habilidades. Pode ser que você tenha vencido todas aquelas partidas porque seu adversário não comprou as cartas que precisava ou teve mãos iniciais terríveis. Devido à lei das grandes quantidades, você não pode esperar que essa tendência continue por tempo indeterminado, já que seus momentos “de sorte” serão equilibrados pelos seus momentos “de azar” a longo prazo.

A forma mais fácil de melhorar é identificar e analisar os principais turnos de uma derrota. É mais fácil identificar missplays quando você perde do que quando você ganha. Às vezes esses erros podem ser muito óbvios, como não contar quando um jogador de Druída tem letal sobre você com o combo ou não jogar pensando numa possível Bola de Fogo ou Comando para Matar. No entanto, alguns erros não são claros. Existem muitos casos onde você se encontra a 1 ou 2 de dano do letal, só para perder porque seu oponente comprou as cartas necessárias para vencer. Nesse caso, você teria que pensar em toda a partida para ver onde você pode ter perdido esse dano que teria feito a diferença entre vencer e perder. Na maioria dos casos, isso acontece por causa de missplays como trocar ao invés de ir na cara.

Controle suas emoções

Devido à natureza inerentemente volátil do jogo, é bem fácil se frustrar enquanto joga Hearthstone.

Pessoalmente, tive minha boa porcentagem de derrotas ruins. Na minha trajetória para o Lenda essa temporada, no Rank 1 e com quatro estrelas, joguei contra um Handlock com meu Malygos Rogue e estava a um turno da vitória, com 5 lacaios aliados em campo enquanto o Handlock só tinha um token 1/2 do Arrota-Lodo. No entanto, eu também só tinha 12 de vida. Sabendo que eu estava a um turno da vitória, o Handlock fez a única jogada que poderia dar a vitória a ele jogando um Ragnaros, o Senhor do Fogo e indo na cara. Digamos que suas preces foram atendidas e eu perdi apesar de 5 chances em 6 de vitória.

Após passar por uma derrota tão desmoralizante, é fácil ficar bem negativo e frustrado. Esse tipo de frustração pode levar a jogadas irracionais em partidas futuras. Usando a terminologia do pôquer, essa condição comum é conhecida como entrar “em tilt” (ou inclinação), que originou das pessoas inclinarem as máquinas de pinball devido à frustração.

ragnarosO tilt tem um efeito negativo no seu jogo porque é uma distração. Você pode ver claramente que jogadores “em tilt” não estão pensando sobre a melhor jogada; ao invés disso, eles ainda estão fervilhando sobre cometer missplay, perder uma partida por causa de azar ou jogar um confronto desfavorável. Indicadores de estar “em tilt” são pensamentos como:

► “Nunca tenho sorte”

► “Não posso acreditar que não pensei nesse combo!”

► Quando jogando de Face Hunter – “Outro Guerreiro Controle não, com certeza vou perder essa!”

► Quando jogando de Freeze Mage – “2 Guerreiros em sequencia? A Blizzard me odeia!”

► Quando jogando contra Face Hunter – “Por que tem tanto câncer sem cérebro no meta?”

► Quando o Ragnaros acerta a sua cara para o letal apesar de ser uma chance em 6 – “Odeio o Hearthstone, nunca tenho sorte!” (brincadeira, eu só aceitei isso e venci os 3 jogos seguintes para conseguir o Lenda na temporada de abril de 2015.

Consequentemente, você pode achar que sua taxa de vitórias começa a despencar. De fato, o tilt é uma razão muito comum pela qual as pessoas passam por massivas derrotas em sequência; a mentalidade negativa delas ofusca a habilidade de pensar racionalmente.

O tilt pode afetar até mesmo os melhores jogadores. No entanto, os melhores jogadores no Hearthstone estão mais propícios a controlarem suas emoções. Por exemplo, se você já viu Brian Kibler ou StrifeCro jogarem, você vai notar que eles raramente perdem a calma. Isso ocorre porque eles têm um entendimento claro de que Hearthstone é um jogo de sorte e que o azar é algo que deve ser aceito, já que será equilibrado com sorte.

Por isso, para controlar o tilt, você deve condicionar sua mente para lembrar que em longo prazo, o azar será equilibrado pela sorte. É simplesmente a lei das grandes quantidades – se estiver fazendo jogadas que te dão uma chance de vitória de 60%, então a longo prazo, você estará vencendo 60% dos jogos. No entanto, a curto prazo, você pode não ter sorte e só vencer 30% dos jogos, apesar de fazer jogadas que te dariam uma chance de vitória de 60%. Nesse caso, você tem que botar fé no fato de que sua sorte vai ser equilibrada em longo prazo, e que suas ótimas jogadas resultarão em uma taxa de vitórias maior.

Outro truque é dar uma pequena pausa para relaxar antes de voltar ao Hearthstone novamente. Dependendo de quão bem você controla suas emoções, pode ser que você só precise de uma pequena pausa para relaxar antes de poder focar sua mente em fazer jogadas boas do que ser distraído pela emoção.

Finalmente, não fique muito preso com a perda de um jogo. Devido à natureza inerentemente volátil do Hearthstone, você pode passar por vitórias em sequência longas e derrotas em sequência longas. Ao invés disso, seu foco deve sempre estar no auto-aperfeiçoamento e se você fez as jogadas corretas em ambas as suas vitórias e derrotas (como discutido na seção anterior).

Conclusão

Espero que tenha aprendido sobre a mentalidade de um jogador lendário. Se tiver gostado do artigo, comente! Sinta-se livre para deixar qualquer comentário abaixo.

Fonte: Hearthstoneplayers

Traduzido por Lauren “FMLaah” Ferreira

  • Iremar Alexandre Junior

    No topico “Seu adversario tem letal?” , acredito que errou o teclado ai “dano da meda”, Seria “Dano Da Mesa”, inda to terminando de ler o texto aqui.

    • http://marduktv.com.br/ Lucas Marduk Rampinelli

      Corrigido, obrigado pelo feedback.

  • Vinicius Tanaka

    KKK ensina não marduk, deixa que os jogadores ótarios de hs continuem otários

  • Kássio

    Hoje eu perdi 5 seguida com esses priest anti agro jogando de zoo……uma dica pra galera tambem é, se tu ver o pessoal jogando com os counter do seu baralho com frequencia, troque ele ou pare de jogar e voltei em outro horario porque tem certos momentos que tu ve pessoal jogando mais de controle e as vezes mais de agro ( Um exemplo : De madrugada da muito mais controle que agro )

  • Luiz Gustavo Santos

    Acabei de conhecer o site. Me amarrei nos posts, ótimo trabalho :3

    • http://marduktv.com.br/ Lucas Marduk Rampinelli

      Tamo junto! 😀

  • Leonardo Sparrenberger

    perfeito como sempre.

    • http://marduktv.com.br/ Lucas Marduk Rampinelli

      s2

  • Carolina Moraes

    Gente que artigo simplesmente maravilhoso, eu já andava conferindo o site Hearthstone Players e a tradução foi uma iniciativa maravilhosa para os jogadores que não conseguem ainda ler em inglês, parabéns.

    Gostei particularmente da discussão em cima de manter a calma, fato, eu sofro fácil do ‘tilt’ principalmente porque a minha internet é instável, então o lag faz parte da minha vida, e toda vez que eu vejo aquele pavil queimando enquanto a minha carta não entrou em jogo ou meu lacaio ainda não atacou, eu tenho uma crise de ódio incontrolável hahahaha

    • Lauren Ferreira

      Fico feliz que tenha gostado da iniciativa, e mantenha a calma para continuar melhorando sempre! AUHSEUAHEUHE 😀

  • Edivan Cunha

    Ou Exite algum Programa que Grave os Cards jogados na Partida.. porque as Vezes o Cara não Lembra Tudo.. Ai Ficaria o programa criando uma Lista automatica do que o oponente Jogou..

    • André Larnatovitcz

      Tem sim, Deck Tracker, quem usa muito na stream é o StrifeCro

  • Bruno Alves

    Excelente post. Um dos mais interessantes que eu já li aqui. O trabalho de vocês é muito bom =D. Parabéns!

  • Arthur Craveiro

    Marduk vc poderia passar a decklist do Malygnos rogue?

  • O player

    Nos livos é mais frequentemente traduzido como lei dos grandes números em vez de lei das grandes quantidades.

    • Lauren Ferreira

      Obrigada pela informação! 😀

  • Jailton Júnior

    Excelente post. Pior é que tem gente que não acredita nessa Lei dos Grandes números e acha que sempre tem sorte ou azar. Ai mando jogar um D6 infinitas vezes e contar pra ver se a quantidade de 1,2,3,4,5 e 6 não serão iguais :p

  • Eru-Olórin

    “Porque tem tanto cancer sem cerebro no meta”? kkkkkkkkk ri alto!

  • Gustavo Parra

    Trouxe muito da minha mentalidade do Magic pro Hearthstone, o que ajuda muito e até senti facilidade em um primeiro momento. Mas mesmo assim algumas diferenças são notáveis, principalmente por ser um jogo relativamente novo a gente pode acabar descobrindo coisas novas e o equilíbrio do game é surpreendente; você não é premiado por investir $$ no jogo e sim por dedicação, o que acaba interferindo na sua experiencia com o jogo e fazendo você sempre ir atrás de um deck “atualizado” ou uma combinação recém descoberta. Ótimo TCG.

  • Fernando Weigert

    Esse provavelmente foi o melhor artigo q eu li aqui no site.

  • Caio Lopes

    Ainda não entendi porque aturdiu o golem .-.

    • Bernardo Leite

      Basicamente ele precisava somente de 2 turnos pra matar o oponente e não usaria o aturdir no turno seguinte para o letal. Devolvendo o golem pra mão obriga o adversário a gastar 3 manas pra dar os 4 de dano do golem (que sem o aturdir, sairia “de graça”) e evitando que o hunter tenha mais mana disponível pra um possível letal.

      • Caio Lopes

        Aaaaaaaah sim. Blza, entendi. Vlw 🙂

  • João Pedro Obiedo

    Ótimo post, parabéns!

  • Leo Sad Falleiros

    Excelente artigo!

    Só uma coisa, sobre o tilt. Esse termo não vem dos jogadores “inclinarem as máquinas”
    Ele vem de a máquina entrar em tilt, ou seja, DAR PAU, POBREMA, TRAVAR.
    Ele compara um jogador com uma máquina travada, problemática. É como se você, assim como a máquina, desligasse o sistema, deixasse de ser racional, porque uma condição externa aconteceu. No caso do pinball, ele entra em tilt quando um jogador bate muitas vezes e/ou muito forte nele. Para evitar que jogadores manipulem a bolinha na base da porrada, em excesso.

    Entrar em tilt é tipo surtar, mas as pessoas não fazem isso por entrarem em frustração, elas tentam manipular a bola movimentando a máquina, o que é uma jogada válida e necessária no pinball. Mas se você passar da conta, a máquina trava.

    • Bruno Cavalcanti

      Vem da inclinação da máquina sim.. O pessoal antigamente trapaceava, inclinando a máquina pra não perder a bolinha.. Aí tiveram que criar um recurso que chamavam de tilt. o recurso tinha a função de travar a máquina caso detectasse a inclinação, forçando o player a perder aquela bola..
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Tilt

  • Leonardo Teixeira

    cara muito bom esse post, eu tava olhando uns videos no youtube esse cara n é famoso mas tem uns deck bem interessante o q vcs acha? https://www.youtube.com/watch?v=6qtr6zVtY38

  • Tadashi Kitahara

    Acho que as vezes as pessoas montam decks ruins e nao vai ter sorte capaz de equilibrar, rs
    muito bom sua análise e bem positiva, vai ajudar muita gente assim como já me ajudou muito.