HEARTHSTONEGuia do Deck – Druida Malygos

RODRIGO GOMES 26 de outubro de 2018

Yo, aqui é o Bjern e hoje trago a vocês o guia do melhor, o grande, o poderoso Druida Malygos. Mais uma vez peço desculpas pelo atraso, eu nunca estive tão ocupado na vida. Meu sonho é viver de vídeo game, escrevendo meus artigos e treinando pra ser pro player, mas enquanto esse dia não chegar…

Bom, mas do que se trata o Druida Malygos? Seja sincero, você já sabe. Como todo deck Malygos, este se baseia em dar muito dano em um único turno, normalmente no late game. Se precisamos chegar ao late game, devemos, então, assumir que o deck é recheado de ferramentas defensivas, certo? Surpreendentemente não. O Druida é uma classe que historicamente carece de poderosas ferramentas defensivas e sempre teve dificuldades de lidar com campos amplos, mas hoje isso vale só pra remoção, pois a Peste Incontrolável vem com tudo quando o assunto é travar o oponente e proteger sua face.

Mas da pra chegar ao late game com apenas duas cartas de defesa? Se o deck fosse justo, não. O negócio que o Druida dispõe de uma coisinha mágica chamada ‘ramp’, que consiste em ganhar mana. Ao utilizar o Crescimento Silvestre e o Nutrir, não é você que vai pro late game, é o late game que vem até você. Nenhuma outra classe consegue fazer isso, o que é no mínimo errado interessante. Por causa desse ponto, o Druida Malygos se torna viável, pois enquanto o oponente está no turno 4, você já está no 6, 7 ou, se a srote estiver do seu lado, 8.

 

Mulligan

O Druida Malygos não depende muito de match up. Na maioria das vezes, o seu Mulligan não vai mudar. Você quer sempre manter o ‘ramps’ na mão, ou seja, Crescimento Silvestre e Nutrir. O resto varia, mas pouco.

Caso seu oponente seja um Bruxo, ele estatisticamente tem mais chances de ser um Zoo do que um Controle ou Par, então manter uma Peste Incontrolável na mão pode não ser de todo ruim, apesar do alto custo. Algumas listas – como a minha -, rodam Chuva Estelar como ferramenta extra. É extremamente eficiente contra os Aggros, especialmente aquele monte de lacaio com 2 de vida do Bruxo.

Outra carta que vc quer buscar é a Rama da Árvore do Mundo. Ela vai servir para que você prepare o seu combo, só que ela leva tempo para ser ativada, então é bom já deixar ela no jeito pra descer aquele Malygos, ganhar mais 10 de mana e dar aquele gg gostoso.

O Naturalizar por também ser útil caso você esteja jogando contra, por exemplo, um Bruxo Par. Você destrói os gigantes dele e de quebra faz ele queimar umas cartas que, com sorte, será o [Gul’dan, o Furtassangue].

Apesar de tudo isso, a prioridade pe o ‘ramp’ mesmo.

eficiência de mana

 

Preparação e Combo

Como já mencionado antes, é vital que vc deixe pronta a sua Rama da Árvore do Mundo. Quando estiver com todo o combo na mão – que consiste de Rama com 1 de durabilidade, Malygos, 2 Fogo Lunar, Patada e Flupe Fuzubúrdio -, não tem erro.

Um dos erros que eu cometia com o deck quando comecei a usá-lo foi o de evitar usar os feitiços para a remoção de lacaios do campo, mesmo que isso me colocasse em perigo. Muita gente esquece, mas depois que sua vida chegar a 0, não da mais pra fazer o combo, então não hesite em usar umas Patada’s pra limpar a mesa. Guarde os Fogo Lunar’es para o letal, a não ser que seja questão de vida ou morte.

Preciso contar uma verdade pra vocês. Você raramente vai conseguir usufruir da sua Rama da Árvore do Mundo, pois quase todos os decks hoje rodam tech cards contra armas. Sem ela, seu combo se torna mais difícil, já que você dependeria do Malygos ficar vivo por 1 turno inteiro no campo. Mas calma, não precisa se desesperar, pois é pra isso que a Florista Utopétala está no deck! Essa belezinha vai diminuir o custo do seu Malygos ou do seu Manipulador Sem-rosto em 7! Vou repetir, 7! Da pra acreditar? Com isso, você terá mana o suficiente para fazer seu combo mesmo sem a arma. Mas por favor, não fique segurando ela pra usar só quando tiver um desses dois na mão – se ela diminuir o custo da [Alextrasza] já tá bom demais. Não seja ganancioso.

Ainda sobre a Florista Utopétala, se você jogá-la enquanto segura o Flupe Fuzubúrdio na mão e ela diminuir o custo do mesmo para 0, ele NÃO mantém o custo quando você jogar o Malygos! Ele volta para os 4 de mana originais. Tome muito cuidado com isso, pois já perdi jogos por causa dessa missplay.

Algumas listas rodam o Príncipe Taldaram como peça adicional pro combo. Ele te permite ser mais ousado com seu Malygos.

Falando em lista, aqui vai ela!

AAECAbSKAwpWtAOTBMUEws4CmdMCneICm+gC5PsC9fwCCkBf6QHTA+QIoM0Ch84CmNICntIC29MCAA==

*Para usar este deck, copie para a área de transferência e crie um novo deck de Hearthstone.

 

Considerações Finais

Um dos decks mais legais que eu já usei, e olha que Druida é a segunda classe que eu mais odeio nesse jogo. A primeira é o Paladino, mas eu acho o Druida mais injusto. Acho que eu só não gosto da cara do Uther mesmo. Ainda bem que ele morreu.

O negócio é se manter vivo, juro que não tem muito segredo. O seu jogo é bem único, diferente do última guia que eu fiz, o de Bruxo Par, onde você sofre mais pra ganhar. Use suas Bifurcação sabiamente, seja pra ganhar armadura, bufando seus Jaspe Mágico Inferior, ou comprar cartas. Recomendo pensar bem antes de todas as jogadas, pois às vezes até dar mais dano pros lacaios provenientes da Peste Incontrolável pode ser bom, quem sabe o suficiente pro letal.

O Druida hoje é uma classe muito completa e, se você tem interesse em torneios, como os nossos, recomendo treinar com esse MALYDRUIDA, pois é extremamente forte. Basta assistir os torneios oficias – praticamente todo mundo leva Druida.


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Rodrigo “Bjern” Gomes

Mago da Aliança, odiador de Druida. Minha carta favorita é a Rhok’delar, meu deck favorito é o Caçador de Feitiços. Ainda sonho em ser proplayer de Hearthstone.