HEARTHSTONELista de Quinta – As Armas de K&C

SuperUai 5 de abril de 2018

Ah, muleke! SuperUai na área e se derrubar é pênalti!!!

Mais uma lista de quinta marota para nos divertirmos aqui! Hoje o tema é “Melhores armas lendárias”, normalmente eu faço só um Top 5, mas dessa vez bateu a vontade de falar de cada uma delas e seu impacto no meta. Simples assim, só vamos!

Vou pedir um pouco de desculpas ao nosso amigo VyktorHS e vou roubar um pouco do Hearthstoria e colocar um pouco da Lore de cada um dos itens aqui!

9 – Alma Dragônica

Esse amuleto pra lá de absurdo de forte foi criado pelo Asa da Morte quando ele ainda era bonzinho, ou quase todo bonzinho. Durante a primeira guerra contra a Legião Ardente. Ele e seus grandes mestres artífices goblins fizeram um amuleto capaz de acabar com a Legião, mas tinha um tal de N'Zoth, o Corruptor cochichando na orelha dele e Neltharion (o nome real do Asa da Morte) resolveu fazer o amuleto controlar todos os outros dragões também. O amuleto funcionou que é uma beleza, simplesmente aniquilou quase toda a Legião ardente de Azeroth e controlou ou enlouqueceu quase todos os dragões também e quase fez os Elfos Norturnos serem extintos, tudo isso em UMA ÚNICA ATIVAÇÃO DO ARTEFATO!

Agora vamos à carta. É horrível. É triste de horrível. Mano, como que um amuleto altamente absurdo de roubado no WOW se torna essa coisa patética que vimos no Hearthstone? Foi a pior arma de Kobolds & Catacumbas e vai ter que ter MUITA ajuda da Blizzard para isso ser jogável.

mktv_dragon_runespear armas

8 – Lança Rúnica

Foi a coisa mais estranha essa arma aparecer para o Xamã, pois tudo indica que essa arma era A lança do Caerne Casco Sangrento e ele era um guerreiro. Essa arma foi passada por várias gerações de Taurens e o último a usá-la foi o Caerne. “Por que o Baine, filho do Caerne, não usou essa lança?”, excelente pergunta querido leitor! Baine não usa porque o Garrosh Grito Infernal estilhaçou a lança no combate mortal com o Caerne.

Agora vamos falar do jogo. Não vou mentir. Foi um duelo absurdo para saber quem era a pior arma, se era a lança ou o amuleto. O amuleto ganhou por pouco, pois a Lança também é bem ruim. Com a rotação, talvez ela piore, pois sairá alguns feitiços bons que não dependem de alvo como Portal da Voragem, Involução e Evoluir. Temos que aguardar as próximas expansões para ver o que o Xamã vai ganhar que afete o jogo em área ou que tenha apenas inimigos como alvo.

7 – Val'anyr

Esta arma foi criada pelos próprios Titãs e dado para o primeiro protótipo de ser vivo, o primeiro rei de Azeroth chamado Urel Stoneheart. Com esse poderoso martelo, Urel conseguia criar vida! O martelo foi destruído durante a primeira guerra entre os Earthen (raça do Urel) e os Anões de Ferro.

Uma coisa interessante do Val’anyr a nível de jogo no WOW, é que primeiramente era um item puramente de cura, para melhorar muito a cura dos Sacerdotes e Paladinos (Druidas e Xamãs também). Porém o dano da arma é muito alto e Shadow Priest (uma build voltada para dano) começou a usar a Val’anyr e até hoje é uma das melhores armas para essa build.

Eu realmente não entendi de onde tiraram o efeito da Val’anyr para o Hearthstone, não tem nada a ver com a original! Val’anyr cria vida, melhora a cura ou bate forte, essa arma não faz nenhum desses. Em termos de jogo, muitos decks a utilizaram no primeiro mês de Kobolds & Catacumbas, mas logo perdeu terreno, pois mecânica de buffar a mão é horrível.

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6 – Cutelo do Pesar

É uma arma original do Hearthstone! E não para por aí, o Cutelo do Pesar é a peça chave de toda a história da expansão também. O Mestre Coração de Carvalho é o líder da guilda A Guilda e eles tentam conseguir esse machado a qualquer custo, porém, mesmo depois de semanas procurando, eles falham e decidem contratar alguém especializado no assunto: o aventureiro Marin, a Raposa. Marin cobra um pagamento e o Mestre diz “não temos dinheiro agora, mas na sala onde está o machado, existe MUITO ouro”, o que é suficiente para convencer Marin.

O Cutelo foi muito usado no Guerreiro Grandão, mas o deck não decolou, mesmo algumas pessoas conseguindo pegar Lenda com o deck. O problema do deck é que ele era muito lento e possuía poucos lacaios para puxar e era extremamente dependente do Cutelo no turno 8. Diferente do Sacerdote Grandão que traz de volta o tempo todo os lacaios mortos.

5 – Rama da Árvore do Mundo

Na moral? Essa arma tem nada de Lendário no WOW. É um pedaço da Árvore do Mundo (ora ora, temos um xeroqui romers aqui!) em forma de maça. Por mais que ela seja um pedaço da árvore mais importante da história do mundo, essa arma é um drop raro de monstros de nível entre 58 e 63, o nível máximo do WOW quando foi lançado era 80, se não me engano, e hoje está em 110. Ou seja, mesmo no lançamento do WOW era uma arma “meh”.

Pelo menos a arma fez jus à sua história no WOW, conseguiu o lugar mediano aqui na lista. Ela foi pouquíssimo jogada no Padrão, mas no Livre viu bastante jogo e até faz parte de OTKs envolvendo o Malygos e mais um monte de outras coisas, além disso, você pode destruir a arma com o Blingtron 3000, acelerando bastante seu mana no turno 5!

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4 – Rhok'delar

Possivelmente a arma que tem a história mais massa de todas. Apenas os Caçadores mais poderosos podem construí-la. Para conseguir o material, o Caçador deve matar, sozinho (não pode nem Companheiro Animal), os quatro demônios que corromperam uma área onde viviam os mais poderosos ancientes durante a primeira guerra contra a Legião Ardente e depois a Onyxia. Após o grande feito, o Caçador recebe a ajuda dos Ancientes vingados para construir a arma viva Rhok’delar, sim o arco está vivo.

No Hearthstone, tivemos bastante uso dessa arma no deck meme Caçador Feitiços, que depois virou um deck realmente forte, principalmente com a adição de Barnes e Y'Shaarj, Raiva Incontida. O problema é que com a adição dessa dupla dinâmica, Rhok’delar acabou perdendo espaço e não é mais usada no deck.

3 – Ruína dos Reis

A história dessa adaga é bem curta: Provavelmente foi a arma usada por Garrona para matar o avô do Anduin, o antigo rei Llane Wrynn. Ninguém sabe ao certo, pois o Gul'dan deu três adagas a Garrona e ela disse que usou as outras duas e não essa especificamente para o serviço. Sabe como você consegue essa arma no WOW? Ela é dropada pelo Yogg-Saron, Fim da Esperança, agora, não me perguntem como ele conseguiu a arma, isso é um mistério!

A arma mais odiada de todas, mesmo estando em terceiro. Ela é odiada, pois é jogada no deck de Ladino Mill e praticamente nada nesse jogo te deixa mais enfurecido do que ver umas 8 cartinhas queimando e o Ladino se divertindo com o Oráculo da Luz Fria. Inicialmente foi dada como piada, mas hoje é um deck muito viável em ranks altos da Lenda, pois existem muitos decks controle por lá, a presa favorita do Mill. Essa carta, em combinação com a Valira, a Nefasta faz com que o Ladino tenha infinitas armas a ser impossível de tomar dano de fadiga.

Rajada de Lâminas morreu para que pudéssemos ter essa arma.

2 – Aluneth

Este cajado tem uma origem muito chinfrim, foi APENAS o cajado da toda poderosa Guardiã de Azeroth, Aegwynn, que conseguiu expulsar o temível titã Sargeras de Azeroth. Para você ter noção do quão absurdo de poderoso é o Sargeras, ele é um Titã corrompido e os Titão são seres celestiais com poder praticamente onipotente! Aegwynn, também conhecida como a mamãe de Medivh, o Guardião, foi uma maga muito poderosa guardiã, que segurou a invasão da Legião Ardente não somente uma, mas várias vezes. Aluneth era um entidade de puro poder vindo de outro plano. Alguns Dragões Azuis faziam experimentos com ele para ver do que ele era capaz, mas foi um Elfo Noturno que decifrou e aprendeu muito bem a usar seu poder, conseguindo teleportar quase uma cidade inteira, salvando-a da destruição da Legião Ardente. Tempos depois, Aegwyn encontrou as anotações desse elfo noturno e decidiu trazer Aluneth para o plano de Azeroth, obviamente Aluneth ficou 230% p***ço e caiu no braço com Aegwyn, e ela conseguiu prender a entidade em seu cajado, dominando completamente o seu poder.

Inicalmente, pensou-se que a Aluneth era uma jogada que perdia-se muito Tempo e o único deck em que ela encaixaria, seria um deck que depende muito de Tempo, estranho, né? Pois é, algumas listas usavam, outras não até que chegaram o Bruxo Controle e o Bruxo Cubo e ficou claríssimo que a Aluneth é a melhor ferramenta contra esses decks. Nas palavras do nosso querido Eltinho Fior: “A Aluneth não liga para Provocar”, afinal você pode sair jogando seus feitiços de dano diretamente na cara do Bruxo!

1 – Caveira dos Man'ari

A história desse item é engraçada, porque contém hipocrisia no nível máximo. Antes de existir a Legião Ardente, existia uma raça chamada Eredar. A civilização Eredar era extremamente avançada e poderosa, além de serem seguidores da Luz. Os governantes desse povo era formado por um conselho de três pessoas: Profeta Velen, Archimonde e Kil’jaden. Havia um fera chamado Thal’kiel, que gostava muito de estudar e aprimorar a arte da Evocação, numa de suas experiências, ele abriu um portal para o Vazio e foi consagrado com visões e conhecimento de criaturas sombrias que nunca nenhum Eredar havia ouvido falar. Basicamente, ele falou com o Titã louco Sargeras. Archimonde ficou com muita raiva e decidiu fazer de Thal’kiel um exemplo, para que ninguém jamais voltasse a mexer com o Vazio e o executou, não somente isso, pegou sua cabeça e colocou em praça pública como um aviso. Hoje, a cabeça de Thal’kei é conhecida como Caveira dos Man’ari, Man’ari sendo qualquer Eredar que fora corrompido pelo Vazio. Ah, sim, a hipocrisia da história? Tempos depois Archimonde e Kil’jaden venderam seu povo e a eles mesmo para o Vazio (Sargeras), formando a Legião Ardente. (Eles tentaram matar o Velen, que se recussou a seguir Sargeras, o que fez com que Velen e seus seguidores entrassem numa nave espacial e vagassem pelos cosmos).

Uau! Que história!

Sobre o jogo: odeio essa arma e não falarei sobre ela. Fim.

Okay, okay, vou falar sobre ela. Assim como boa parte das melhores cartas do Hearthstone, a Caveira foi dada como uma piada de mal gosto e diziam que nunca veria jogo, que seria uma carta muito ruim e inútil, principalmente por ser anti-sinérgica com a Rin, a Primeira Discípula, pois colocaria o demônio Azari em jogo sem ativar o seu Grito de Guerra. Em menos de um mês surgiu o deck a ser batido da edição: Bruxo Cubo. E o Bruxo Cubo só consegue funcionar consistentemente, por causa da Caveira, que puxa um Demonarca de graça no turno 6, que é devorado por um Cubo Carnívoro e sacrificado para um Pacto Sombrio para dar a luz a mais dois Demonarcas e bater 15 de dano no turno 6 e deixar um legado de 2 5/7 na mesa. Isso quando o Bruxo não tinha um Cantaspírito Umbra pra aumentar a palhaçada.

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Finalizando

Esse foi o ranque das armas lendárias da expansão Kobolds & Catacumbas! O mais interessante é que o Top 3 do Padrão é o mesmo Top 3 do Livre. Essas são as melhores armas, disparadas!

Eu gostei bastante de fazer esse artigo, pois sempre que envolve a história do Warcraft, eu me divirto fazendo a busca e acabo aprendendo mais sobre esse enorme mundo! Espero que vocês tenham se divertido e aprendido também!

E vocês, feras? Possuem mais alguma informação para adicionar? Qual é o ranque de vocês? Qual foi a arma que você mais gostou? Qual foi a decepção? Deixem aí nos comentários!


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SuperUaisuperuai

Pai de dois futuros lenda, arranja tempo pra jogar entre uma troca de fralda e hora do papá. Sonha em voltar com os vídeos do canal, mas você pode acompanha-lo pelo Facebook ou pelo Twitter.

  • Jeziel Mello

    A minha decpeção foi rotacionarem o oracula da luz e a minha querida arma nunca mais ver jogo

    • Allan Cassio

      No padrão pq no wild ele devora os controles

  • Eltinho Fior

    Concordo com todas as posições da lista, mas pra mim é sem discussão entre a nona e a oitava: a de Priest é pior com sobras. Eu acho a Runespear melhor do que parece, mas tá numa classe com arquétipos sofríveis.

  • Riquelme Lima

    Galera, alguém poderia me indicar livros, ou sites que contem toda a história do world of warcraft, pq eu vejo essas histórias de cada arma e eu fico fascinado pela história, queria muito mesmo saber mais sobre o a história toda do wow…

  • Gabriel Gustavo Basse