HEARTHSTONEPegando Rank Lendário – Vencendo a Mentalidade Tóxica

Cooruja 25 de maio de 2016

“Olá, pessoal! Sejam bem vindos ao meu guia. Hoje vamos discutir um tópico que se aplica de modo geral a qualquer jogo que possa ser jogado competitivamente; ou seja, a mentalidade que precisamos ter para chegar aos altos níveis do jogo. Esse guia não tem o objetivo de te ensinar nada sobre ‘como jogar’ Hearthstone. Ao invés disso, esse guia tem o objetivo de fazer você questionar a maneira que pensa sobre o jogo. Se o seu processo de pensamento é falho atualmente, quero mostrar a você o motivo pelo qual você deve se esforçar para mudar. A seção “Você é um babaca?” abaixo tem a intenção de te ajudar a decidir se esse guia é para você ou não.

pegando-lendario

A estrutura desse guia é mais ou menos assim: Primeiro, vamos ver se você é (ou não) um ‘babaca’. Assim que fizer isso, vou definir o que um ‘babaca’ é na realidade (não é o que você está pensando!). Depois, vou falar sobre o que significa ‘jogar para vencer’. Nesse ponto, espero que todos vocês sejam mente aberta o bastante para ouvir meu argumento como por quê você deveria jogar de ‘Face Hunter’. Por último, temos a conclusão e comentários. Falando de comentários, sinta-se livre para deixar algum! Tem mais duas coisas que quero falar sobre a introdução. Primeiro, gostaria de salientar que esse artigo é profundamente influenciado pelo livro ‘Playing to Win’ (Jogando para Vencer) de David Sirlin, que pode ser lido de graça em seu website (http://www.sirlin.net/ptw/). A segunda coisa é que eu gostaria de salientar é que a Parte II vai falar sobre diversas ‘táticas sujas’ que podemos usar para vencer partidas no Hearthstone. O propósito da Parte I é te preparar mentalmente para poder fazer uso de tais táticas. Certo, vamos começar!

Você é um babaca?

NOTA DE ARTIGO: Chegou ao meu conhecimento que muitos leitores desse artigo argumentam terem sido pejorativamente chamados de ‘babacas’. Em resposta, eu gostaria de deixar duas coisas bem claras: (a) ‘Babaca’ tem um significado especial no contexto desse artigo. Quando me vir usando a palavra, tente esquecer as conotações normais do dia-a-dia que a palavra tem. (b) Só uso a palavra ‘babaca’ porque meu artigo tem muitas referências do livro ‘Play to win’ de Sirlin e ‘babaca’ é o termo que ele usou para descrever um certo tipo de jogador. 

Abaixo eu listei alguns apontamentos. Quero que você preste atenção em cada um e considere os pontos pelos quais você concorda/discorda deles.

1 – Eu acho que alguns decks/estratégias no Hearthstone são simplesmente ‘baratos’.
2 – Alguns decks ‘não precisam de habilidade’ para serem jogados.
3 – Eu desprezo jogadores que usam decks ‘no skill (sem habilidade)’ e/ou ‘baratos’.
4 – Prefiro não jogar com certos decks só porque eles ‘não requerem habilidade’ e/ou são ‘baratos’.

Dessas afirmações, quero que você preste muita atenção aos números (3) e (4); se você respondeu sim para esses apontamentos, então esse guia foi escrito para você. Para aqueles que discordaram das afirmações (3) e (4), você (provavelmente) pode pular esse inicio com segurança, já que provavelmente joga Hearthstone com uma ‘mentalidade vencedora’. No entanto, você pode dar uma olhada um pouco mais a frente, já que essa parte do guia fala sobre algumas táticas sorrateiras que você pode nunca ter visto antes; táticas essas – dadas as suas respostas ao meu mini-quiz – você pode estar disposto a utilizar. Certo, então vamos começar com esse guia! A primeira coisa que vamos fazer é definir o que quero dizer com o termo ‘babaca’. Vamos lá…

tu é babaca cara

O que é um babaca?

O que é um ‘babaca’ no Hearthstone? Antes de começarmos, quero deixar três coisas bem claras:

1 – Um babaca no Hearthstone não é necessariamente um jogador ruim; eles podem construir decks bons e jogar bem com eles, entender o meta-game e jogar cada turno com um bom nível de capacidade técnica.
2 – O título desse guia é “Pegando Rank Lendário – Derrotando a Mentalidade Babaca”. Quero que você foque na palavra ‘mentalidade’. Isso é muito importante; a definição de ‘babaca’ que estou usando diz respeito a como você pensa sobre o jogo. Resumindo, estou interessado em falar sobre a sua atitude, não seu rank na ladder!
3 – [AVISO] Os pontos de vista e opiniões expressados nesse artigo não representam necessariamente os pontos de vistas e opiniões de companhias individuais, usuários registrados, nem do dono e/ou administradores da MK | TV

A definição mais simples de um babaca é “… uma pessoa que não ‘joga para vencer’.” No livro de Sirlin, ele define o que é um ‘babaca’ nesse capítulo. Se tiver tempo, recomendo que você leia-o. No entanto, também vou citar o trabalho dele no trecho abaixo (colchetes [] = minhas notas editoriais, TEXTO EM NEGRITO = minha ênfase):

[…] Um babaca é um jogador que é prejudicado por regras auto-impostas que o jogo não fala nada sobre. Um babaca não joga para vencer. Agora, todos começam como um jogador fraco – leva tempo para aprender um jogo e chegar ao ponto onde você sabe o que está fazendo. Há a noção equivocada, no entanto, que por apenas continuar a jogar ou “aprender” sobre o jogo você pode se tornar um jogador de alto nível. Na realidade, o ‘babaca’ tem muito mais obstáculos mentais para superar do que qualquer outra coisa realmente acontecendo durante a partida. O babaca perde o jogo antes mesmo que ele comece. Ele perde o jogo mesmo antes de decidir que jogo jogar. O problema dele? Ele não joga para vencer.Controle mental

O babaca teria grande problema com essa declaração, porque ele normalmente acredita que está jogando para vencer, mas está vinculado a uma construção completa de regras fictícias que o impedem de competir verdadeiramente.

[…] No Street Fighter, o babaca rotula uma grande variedade de táticas e situações “baratas”. Esse “barateamento” é verdadeiramente o mantra do babaca. Executar um arremesso em alguém é frequentemente chamado de barato. […] Na medida em que o jogo está acirrado, arremessar o oponente é parte integral da concepção do jogo – foi feito para estar ali – mesmo assim, o babaca criou seu próprio conjunto de princípios em sua mente àquela altura que ele deve ser absolutamente à prova de todos os ataques ao bloqueá-los. O babaca acha que bloquear é um tipo de escudo mágico que vai protejê-lo por tempo indefinido. Por quê? Explorar a razão é inútil, já que a noção é ridícula desde o começo.

Você não vai ver um babaca clássico jogar seu adversário cinco vezes seguidas. Mas por que não? E se essa for estrategicamente a sequência de movimentos que aumenta suas chances de ganhar? Aqui encontramos nosso primeiro embate: o babaca só está disposto a jogar para vencer dentro de seu próprio conjunto mental de regras feitas por ele mesmo. [E] essas regras podem ser incrivelmente arbitrárias.

[…] O primeiro passo para virar um jogador de alto nível é perceber que jogar para vencer é fazer qualquer coisa que melhore suas chances de vitória. Essa é a verdade, por definição, de jogar para ganhar. O jogo não contém regras de “honra” ou de “barateamento”. O jogo só conhece o ganhar ou perder.

O babaca ainda tem mais apoios. Ele fala muito sobre “habilidade” e como ele tem habilidade enquanto que outros jogadores – incluindo aqueles que acabaram com ele – não têm habilidade. A confusão aqui é o que a “habilidade” realmente é. No Street Fighter, os babacas se agarram muitas vezes a combos como uma medida de habilidade. Um combo é uma sequência de movimentos que é imbloqueável se o primeiro movimento acerta. Combos podem ser bem elaborados e bem difíceis de serem executados. Mas, movimentos individuais também podem ter “habilidade”, de acordo com o babaca. O “soco do dragão” ou “uppercut” no Street Fighter é realizado ao segurar o joystick na direção do oponente, então para baixo, então diagonal para baixo e para frente enquanto o jogador pressiona o botão de soco. Esse movimento pode ser feito em uma fração de segundo e embora não haja margem de manobra, deve ser executado de forma bastante exata. Pergunte a qualquer babaca e eles vão te dizer que um soco do dragão é uma “habilidade de movimento”.

Uma vez joguei contra um babaca que era realmente muito bom. Isto é, ele conhecia bem as regras do jogo, ele conhecia os confrontos entre os personagens e ele sabia o que fazer na maior parte das situações, mas essa teia de regras mentais impediu que ele realmente jogasse para ganhar. Ele reclamou dizendo que eu o derrotei com “movimentos sem habilidade” enquanto ele executava vários socos do dragão. Ele reclamou quando eu o arremesei cinco vezes seguidas dizendo “Isso é tudo o que você sabe fazer? Arremessar?” Eu dei a ele o melhor conselho que ele pudesse ouvir. Eu disse “Jogue para vencer, não para fazer ‘movimentos difíceis’.Esse foi um grande momento na vida daquele babaca. Ele podia ter ignorado suas derrotas e continuar vivendo em sua prisão mental ou analizar o motivo de ter perdido, verter suas regras e alcançar o próximo nível de jogabilidade.

Certo, então agora você deve ter entendido bem o que um ‘babaca’ é. Basicamente, é um jogador que não ‘joga para vencer’ de verdade. Embora o babaca possa ter um bom nível de habilidade técnica, o problema é que a própria mente dele/dela coloca barreiras para o sucesso.

Muitos jogos simplesmente não entendem de ‘barateamento’ e ‘honra’, porém os jogos entendem quem vence e quem perde. Portanto, em jogos que não ligam para quão honrado você é, decidir agir honrosamente e/ou se recusar a usar ‘táticas baratas’ farão com que seja muito mais difícil para você ter sucesso. Resumindo, cumprir algum tipo de código de honra arbitrário é o mesmo que dar um tiro no próprio pé. Na próxima seção, ‘Jogar para Vencer’, vou elaborar algumas dessas ideias. Mas enquanto isso, vamos fazer uma lista de coisas que um ‘babaca do Hearthstone’ pode fazer:ha-ha-ha

• Se recusa a jogar com certos decks, por princípios (como Face Hunter).
• Se recusa a jogar com certas cartas, por princípios.
• Se recusa a jogar com certas classes, por princípio (como Mago na Arena).
• Se recusa a copiar um deck da internet e/ou despreza qualquer um que copia um deck da internet.
• Se recusa a usar cartas/classes/decks superpoderosas.
• Professa um forte desejo de vencer, mas se recusa a gastar um mero centavo ou tempo no jogo.
• Insiste em jogar com o mesmo deck (apesar de o metagame mudar constantemente).
• Insiste que a maior parte das derrotas dele/dela aconteceram por causa do RNG (o babaca raramente comete erros).
• Insiste que –apesar de perder – ele/ela é mais ‘habilidoso(a)’ que seu adversário e/ou ‘jogou melhor’.
• Insiste que jogadores que não concordam com as ‘regras babacas’ são horríveis e pessoas com menos habilidade.
• … e por aí vai…

Resumindo, o Babaca do Hearthstone tem uma ideia pré-conceituada sobre o que o jogo é e como deve ser jogado. Se olhar na lista, podemos facilmente ver como alguns desses tópicos podem impactar o desempenho negativamente. Por exemplo, se recusar jogar com um deck ‘barato’ como ‘Face Hunter’ pode estar te custando muitas vitórias nas ranqueadas (presumindo que o meta-game esteja favorável para tal deck). Dessa forma, se você é um jogador competitivo e se recusa a ter um deck como esse na sua formação, isso pode dificultar na hora de você dar um ‘counter-pick’ no seu adversário.

rng-gvg

E o RNG? Embora seja definitivamente verdade que muitas partidas sejam vencidas/perdidas com base no cara ou coroa, o babaca tende a focar só naqueles elementos. Por exemplo, a diferença entre um jogador ‘profissional’ e um ‘babaca’ é que o babaca vai jogar o Ragnaros, o Senhor do Fogo, perder no cara ou coroa e reclamar que isso custou o jogo e passar para a próxima, enquanto que o ‘profissional’ vai avaliar a partida e se perguntar se depender da sorte com o Ragnaros foi realmente a melhor jogada. O babaca vai perder para um Técnico de Controle Mental sem sorte enquanto o ‘profissional’ vai refletir sobre os turnos que antecederam essa situação e se perguntar: (a) ele poderia ter ‘jogado ao redor’ daquela carta e (b) presumir se ter ‘jogado ao redor’ seria a jogada correta/incorreta. Esperançosamente, a essa altura você está começando a ver como essa atitude está prendendo você! Toda vez que você for entrar na fila para uma partida, você está arrastando todo esse peso morto com você. Meu guia pode não te aliviar, mas posso abrir seus olhos para o problema. Então, isso nos dá uma percepção dentro da ‘mentalidade babaca’ e suas falhas. A questão agora é saber se existe uma mentalidade melhor para se ter. Acredito que há uma maneira melhor de se pensar sobre o jogo. Essa mentalidade é chamada ‘Jogar para Vencer’. Mas o que essa frase quer dizer na verdade?

Jogando para Vencer

Definição de ‘Jogar para Vencer’:

‘Jogar para vencer’ tem a ver com remover todas as restrições que foram impostas artificialmente em um jogo. Jogadores que ‘jogam para vencer’ estão dispostos a fazer qualquer coisa e tudo (dentro das regras do jogo) que aumenta suas chances de vitória.

Conforme você lê esse guia, essa definição vai ficar mais clara (espero!). Vamos começar a facilitar esse material com uma cena de Game of Thrones; uma cena de luta entre ‘Bronn’ e ‘outro cara’. Preste atenção ao pequeno diálogo lá pelos três minutos. Aqui está o link.**Para aqueles que não querem/não podem ver o clipe, tudo o que precisam saber é que o cara que luta honrosamente leva um chute na bunda.**

Lysa: “Você não luta com honra”.

Bronn: “Não. [Mas] ele lutou.”

Um homem viveu enquanto o outro morreu. Um lutou com honra enquanto o outro não. Não deve ser surpresa para ninguém que o homem com honra morreu. Por quê? Bem, eu argumentaria que a honra funciona como uma restrição ao comportamento. Restrições – por definição – limitam o número de opções estratégicas disponíveis para você. De modo geral, há uma palavra para aquelas situações onde você têm menos ações possíveis que seu adversário; essa palavra é ‘desvantagem’. Pior ainda, essa desvantagem é completamente auto-imposta.

jogar pra vencer

Podemos formalizar a cena de luta como um jogo da seguinte maneira:

• Possíveis estratégias para qualquer jogador: {balançar a espada, desviar, bloquear, empurrar espectadores inocentes de forma prejudicial, chutar um suporte de velas}

… e ‘Bronn’ usa todas essas estratégias na luta. Seu adversário, no entanto, tem um perfil de ação muito menor:

• Possíveis estratégias para um ‘homem honrado: {balançar a espada, desviar, bloquear, empurrar espectadores inocentes de forma prejudicial, chutar um suporte de velas}

O homem honrado deve riscar algumas ações possíveis e agora, como resultado, tem poucas coisas para escolher. Logo, mesmo se presumíssemos que ambos os combatentes tinham quase o mesmo nível de habilidade, ‘Bronn’ tem a vantagem por causa de sua disposição para lutar desonradamente. É assim que ‘jogar para vencer’ é.

Nas próximas seções desse guia, vou tentar relacionar essas ideias diretamente para o Hearthstone. Mas por enquanto, quero deixar claro que ‘jogar para vencer’ tem a ver com remover todas as restrições que foram artificialmente impostas no jogo; não é o mesmo que trapacear.

grommash-vencer

A maioria dos jogos tem regras claramente definidas. Por exemplo, não morder seu oponente no ringue de boxe não é só ‘honrável’, mas especificamente proibido nesse esporte. Além do mais, já que morder tem muita chance de resultar em uma desqualificação, qualquer estratégia de ‘jogar para vencer’ no boxe provavelmente não tem morder em seu repertório (ou se tiver, tem uma proporção significativa sobre sair impune!). Em outras palavras, se você ‘joga para vencer’, morder não é uma boa tática no boxe porque leva a derrotas (por desqualificação). Resumindo, devemos escolher não morder porque leva à derrota; a ‘honra’ não deve ter absolutamente nada a ver com isso!

Também é válido apontar que se jogos querem que você jogue honrosamente, então eles vão – com o tempo – colocar isso nas regras. Por exemplo, se alguém estiver à frente em pontos em uma partida de judô, uma velha estratégia era ‘evitar combate até o cronômetro chegar a zero’. No entando, essa tática vai contra o ‘espírito’ do esporte. Assim, as autoridades do judô – não querendo premiar tais táticas – decidiram mudar as regras para fazer com que essa estratégia não pudesse mais ser reproduzida (hoje em dia os juízes podem penalizar em pontos os judocas que tentam parar/evitar o combate). De fato, temos visto que esse tipo de coisa acontece no ignimpactoHearthstone, também; os desenvolvedores do jogo não queriam que o jogo ficasse nos ‘combos de One Turm Kill’ (combos que derrotam o adversário em apenas um turno). Assim, eles mudaram a Capitã do Brado Guerreiro, Leeroy Jenkins e Ignimpacto. Os desenvolvedores também queriam estimular os jogadores a jogarem lacaios. Como resultado, eles ‘nerfaram’ um bom número de feitiços do Freeze Mage, como Nova Congelante.

Na definição de ‘jogar para vencer’, usei a frase “remover todas as restrições que foram artificialmente impostas no jogo”. O conceito de ‘honra’ geralmente é uma restrição artificial. Antes da regra mudar, o judoca podia escolher lutar de acordo com o ‘espírito’ do esporte ao não fugir quando estivesse à frente nos pontos. Mas aqui está o x da questão; esse judoca ‘honrado’ provavelmente venceu poucas partidas/torneios! Após a mudança da regra, no entanto, agora eles lutam de igual para igual com os caras do ‘jogar para vencer’. De fato, após a mudança da regra, o judoca honrado pode até ter uma pequena vantagem, já que tem mais experiência em lutar dessa maneira.

Certo. Então agora eu defini o que um ‘babaca’ é e o que é ‘jogar para vencer’. A próxima seção cumpre o papel de oferecer um pouco de equilíbrio a esse artigo; realmente temos que ‘jogar para vencer’? É realmente justo usar o rótulo depreciativo de ‘babaca’ quando se referindo a jogadores que valorizam a diversão/amizade acima de vencer?

Realmente devemos ‘jogar para vencer’?

Acredito que ‘jogar para vencer’ não é para qualquer um, nem é algo que você deva fazer toda hora. Se seu objetivo é fazer amigos ou se divertir, então você pode não querer utilizar as táticas de ‘jogar para vencer’. Jogadores competitivos também têm algo a ganhar ao relaxar um pouco. ‘Jogar para vencer’ geralmente significa você usar um conjunto bastante restrito de técnicas ‘experimentadas e testadas’ para vencer a partida. Jogar assim toda hora costuma ser contra-produtivo em termos de inovação e aprender novas estratégias possíveis. Esse capítulo do livro de Sirlin faz um ótimo trabalho explicando por que você não deve ‘jogar para vencer’ toda hora.

Nesse momento provavelmente também é válido mencionar que se você pesquisar na internet, você vai encontrar vários artigos que criticam/elogiam o trabalho de Sirlin. Aqui está uma citação de Mark Newheiser (assim como antes, colchetes [] = meus comentários):

“[…] Tenho duas exceções significantes aos argumentos de Sirlin. Em resumo, acredito que existem razões legítimas para jogadores jogarem do modo que ele caracteriza como “babaca” e mesmo gamers competitivos não estariam satisfeitos com sua visão limitada de como lidar com o conjunto de regras de um determinado jogo.

Primeiramente, eu afirmo que existem razões legítimas além de fraqueza mental para jogadores que têm um “código de honra” ao jogar jogos e é perfeitamente normal jogar jogos por uma razão diferente de vencer a qualquer custo. Como um caso extremo, considere o exemplo de jogos single-player (um jogador) que podem conter um movimento, tática ou build quebrado. Final Fantasy VI contém uma falha onde você pode usar Vanish e então Doom em um monstro para realizar uma kill instantânea, que funciona até em chefes graças ao bug na programação do jogo.honra-desonra

A estratégia ideal seria abusar disso o máximo possível com o objetivo de vencer e avançar no jogo, levando à questão do por que você está jogando o jogo em primeiro lugar. Sirlin considera que jogar para vencer é o auge da experiência em jogos. Eu discordo. Acho que jogar para ser desafiado é o que torna os jogos divertidos, que pode ou não ser redutível a otimizar as condições de vitória. [Nota: Smashthings contesta esse exemplo do Final Fantasy; jogos single-player são, na minha opinião, fundamentalmente diferentes de jogos multi-player (de vários jogadores).]

[…] O ponto é que esses jogadores devem ser desafiados a darem o seu melhor, mesmo se isso significa evitar o caminho mais fácil para a vitória. Isso pode significar fragilizar um jogo de tal forma que todos tenham um caminho viável para jogar e se sair bem.

[…] Minha segunda principal objeção ao Jogar para Vencer é que mesmo entre os jogadores competitivos incondicionais, considero que seja perfeitamente legal fazer um “concerto” no jogo entre a base de jogadores e ajustar as regras para explorar um conjunto diferente de possibilidades. Isso se aplica se você estiver usando uma regra de excluir um elemento quebrado do jogo ou simplesmente tentar um conjunto diferente de regras e ver até onde elas levam.

A questão a considerar quando avaliar uma tática ou estratégia de jogabilidade não é só “isso vai me ajudar a vencer?” mas “isso faz com que o jogo seja mais interessante e divertido? Se a resposta a essa segunda pergunta é não e a tática é claramente dominante, os jogadores devem decidir se eles gostariam de tentar jogar sem aquele método. […]”

Você pode ler o artigo completo de Mark aqui.

Como podemos ver, nem todo mundo concorda com como Sirlin moldou o debate. Citei Mark porque achei que ele fez um trabalho decente ao apresentar um contra-argumento. Concordo com um bom número de pontos que Mark faz. No entanto, como última análise, acredito que dois grupos separados de jogadores existam (os caras do ‘jogar para vencer’ e os caras do ‘vamos nos divertir’… ou ‘babacas’, como eu os chamei previamente). Quando esses grupos jogam uns contra os outros, não há problema nenhum e todos costumam ter uma boa experiência. O problema ocorre quando essas populações chocam-se uma contra a outra. O resultado é inevitavelmente desequilibrado. Deixe-me tentar ilustrar isso para você:

Usando o exemplo do Mark de Final Fantasy, imagine uma ‘competição de speed-run’ onde os organizadores não baniram o uso da falha do ‘Vanish + Doom’ de imediato. Nesse caso, o ‘meta-game do torneio’ provavelmente vai consistir em dois grupos de pessoas: aquelas capazes de vencer e aquelas que não são capazes de vencer. Um grupo (conhecido como grupo dos vencedores) serão os usuários da falha que acabam competindo contra eles mesmos. O outro grupo de pessoas inevitavelmente terá tempos de conclusão muito mais lentos enquanto tentam estratégias de nível diferentes, builds de personagens e por aí vai. Embora o ‘meta-game’ do Final Fantasy ainda possa ser divertido e interessante, as estratégias que não fizeram uso da falha, por fim, não serão capazes de derrotar os que usaram a falha.

Além disso, imagine que há £10,000 libras em jogo para o primeiro lugar nesse torneio e vinte jogadores entram. Talvez todos esses jogadores se entendam e formem um ‘acordo de cavalheiros’ onde eles combinam que não vão usar a falha. Usando as palavras de Mark, esse é um exemplo de jogadores se reunindo para “consertar” o jogo que estão jogando. Mas lembre-se que nesse exemplo hipotético, as regras oficiais do torneio não baniram o uso da falha. Portanto, é importante notar quão fraco esse acordo de cavalheiros é, na verdade! £10,000 é muito dinheiro para a maioria das pessoas, o que quer dizer que há um grande incentivo para alguém não cumprir sua palavra e vencer o torneio explorando a falha. Pergunto a você, “Qual é a melhor defesa contra uma punhalada pelas costas?”

Seja aquele que está segurando o punhal!

punhalada

Talvez o Hearthstone seja um jogo melhor se todos entrassem em um acordo de cavalheiros de não usar decks ‘baratos’. Mas, a questão de que se isso faria do Hearthstone uma experiência mais agradável ou não é em grande parte irrelevante, porque isso nunca vai acontecer. Sempre vai haver aquela pessoa que usa ‘as coisas baratas’ tentando vencer. Alguns desses jogadores nem mesmo se sentem mal com isso!

Resumindo, o problema ocorre quando essas duas abordagens fundamentalmente diferentes para jogar jogos – esses dois mundos, se preferir – colidem. Nessas circunstâncias, os caras do ‘jogar para vencer’ podem não sair como amigos, mas eles saem com o troféu! A questão para perguntar para si mesmo é “o que eu quero dos jogos que eu jogo?”. Se sua ambição é vencer a maioria de torneios de Hearthstone (e/ou chegar a um rank alto no Lenda), então você precisa perceber o que precisará ser feito pra isso. Você, como pessoa, pode querer fazer coisas ‘honradas’ e ‘divertidas’ no Hearthstone. No entanto, seus objetivos podem exigir coisas muito maiores de você: ‘a vontade de vencer’. Nesse ponto, você deve fazer uma decisão: Pela diversão ou pela glória!

Para aqueles que ainda estão lendo, agora vou tentar convencê-los a jogar de ‘Face Hunter’. Vamos começar!

Zoo, ‘Huntardados’ e ‘Câncer’

O jogo tem uma longa história de ‘decks baratos’. Antes da Maldição de Naxxramas, Zoo era a cara desses decks (agora o Caçador é o dono da coroa). Esses decks (e os usuários de tais decks) são frequentemente vítimas de vários termos pejorativos. Chamamos esses decks de ‘câncer’ e jogadores de Caçador de ‘Huntardados’. ‘Huntardado’ é a junção de ‘Hunter’ (Caçador em inglês) e ‘retardado’. Se eu fosse um adolescente chorão socialmente desajustado e angustiado, eu provavelmente não teria problemas com o termo. Mas como um homem crescido, eu pessoalmente considero um termo de mau gosto. Pior ainda, é completamente não merecido.Soltem os Cães

Pegue qualquer objeto do jogo (vamos chamá-lo de ‘X’) e você vai ver que existem basicamente apenas três possibilidades (‘X’ pode se referir a uma classe/carta/deck):

1 – ‘X’ é ‘super poderoso’.

2 – ‘X’ é ‘equilibrado’ (ou ‘balanceado’)

3 – ‘X’ é ‘fraco’.

Vamos olhar para o item (3) primeiro. Se alguém está usando uma carta/classe fraca, eles têm algum direito de reclamar? Certamente a maioria de vocês concordam que é injusto e bobo insultar alguém que vence uma partida com uma estratégia fraca.

Vamos considerar o item (2). Se alguém está usando uma carta/classe equilibrada, nós temos algum direito de reclamar? Novamente, acho que é injusto e bobo insultar essas pessoas.

Por último, vamos considerar o item (1). Aqui parece que deveríamos ter uma boa causa para insultar! Se alguém está ganhando partidas devido à natureza super poderosa de um deck, então talvez tenhamos o direito de questionar a habilidade dele e repreendê-los por suas escolhas. Mas a realidade é que os insultos são apenas uma consequência de nossa ‘mentalidade babaca’. Se ‘X’ realmente é super poderoso, então nós que somos os idiotas por não jogar com ele!! Não usar o ‘X’ só demonstra o ponto de que não estamos ‘jogando para vencer’.

Resumindo, se algo é equilibrado ou fraco, então não devemos ter nenhuma reclamação real. Se algo é super poderoso, então devíamos estar usando-o nós mesmos. Deste modo, demonstrar desprezo por colegas jogadores que também usam decks/cartas superpoderosas não é nada além de pura hipocrisia.

facehunter

Vamos dar uma olhada rápida no ‘Face Hunter’. Vamos examinar a lista de cartas e decidir se o deck é superpoderoso, equilibrado ou fraco. É claro que a questão do poder do deck é em grande parte irrelevante se você aceita meu raciocínio acima (nesse caso, sinta-se livre pra pular para a próxima seção). No entanto, alguns de vocês que estão lendo isso podem estar precisando que eu seja um pouco mais convincente!

Então que tipo de travessuras ‘super poderosa’ o Face Hunter é capaz?

• O Arco Hastáguia é ‘super poderoso’?

Essa carta permite que o Face Hunter cause muito dano, o que obviamente faz dela uma boa carta para esse deck. Mas podemos dizer que é ‘super poderosa? Quando comparamos com o Machado de Guerra Abrasador, o Caçador paga uma mana a mais meramente por uma chance de ganhar mais durabilidade. Parece justo para mim!Comando para Matar

• O Comando para Matar é ‘super poderoso’?

Assim como o arco, essa carta é muito boa em dar dano (o deck provavelmente não funcionaria sem ela). Então claramente é útil, mas é super poderosa? Novamente, não parece certo chamar essa carta de injusta quando comparamos com o Estalar, Estouro de Lava do Shaman ou a Bola de Fogo do Mago.

• O Soltem os Cães é ‘super poderoso’?

Bem, isso dá ao Caçador um ótimo combo com o Malabarista de Facas e causa uma boa quantia de dano. Mas é super poderoso? Pessoalmente, não acho que seja. O número de cães depende do número de lacaios inimigos em campo e não funcionará se sua mesa estiver cheia (portanto, a carta requer – em grande parte – da ajuda do oponente. Se o combo do Malabarista de Facas faz dessa carta super poderosa, então supostamente teríamos que nerfar a Implosão de Diabrete também.

• O Golem Arcano é ‘super poderoso’?

Quatro de dano por três de mana é muito bom. Mas é super poderoso? Bem, quando você compara ao [Cavalga-Lobo] (que é outra carta no deck, coincidentemente), o Caçador está pagando um preço bem robusto (dando ao oponente um Crescimento Silvestre) por meros +1/+1. Se dois pontos de status por um de mana é super poderoso, então supostamente também teríamos que nerfar o Guarda Vil. Resumindo, essa carta parece normal para mim.

… e assim vai…

Na minha opinião, o ‘Face Hunter’ é um deck perfeitamente ‘justo’. ‘Justo’ no sentido de quando estudamos cada carta individual, todas elas parecem ser equilibradas.

Portanto, não temos uma boa razão para chamar o deck de ‘super poderoso’. Essa é uma coisa importante para você perceber; se um deck não é injusto por natureza, então a Blizzard provavelmente não vai ‘nerfá-lo’. Pegue um segundo ou dois para deixar essa declaração entrar na sua mente. Isso é importante porque uma vez que você percebe que a Blizzard não vai fazer nada em relação a isso, você pode passar o ‘estágio de choramingar’ e fazer algo produtivo de verdade, como construir um counter-deck.

controlemental

Esse pequeno ajuste mental é um grande feito! Você, como jogador, agora está enfrentando o problema de frente. Enquanto isso, alguns dos seus colegas que acreditam que o deck é ‘super poderoso’ provavelmente também acreditam que a Blizzard vai nerfá-lo em breve; ou seja, estão esperando pelo ‘nerf’ (que não vai vir!) ao invés de inovar. Basicamente, sua nova atividade pode na verdade levá-lo a uma vantagem competitiva.

Como questão de faço, uma vez que você finalmente começa a pensa sobre como counterar o ‘Face Hunter’, você rapidamente vai perceber que é fácil derrotar esse deck. A cura é mais eficiente que o dano (por exemplo, compare Levantar Escudo e Toque de Cura com Estouro de Lava e Comando para Matar). Além disso, o deck sofre para passar de lacaios com provocar e sua dependência em armas faz ele ser vulnerável ao Harrison Jones também. Mas estou divagando, vamos voltar ao tópico!

Todo o raciocínio acima levanta algumas perguntas simples:

1 – “Por que você insulta e repreende alguém por usar um ‘deck justo’ que utiliza uma estratégia perfeitamente legítima?” Afinal de contas, não há regra que diga que você não pode ‘ir na cara’ com tudo o que tem!

2 – Se você considera o deck forte, “Por que não está jogando com ele?”

3 – Se o deck é poderoso e abundante no meta-game atual, “Por que você não está jogando/construindo um counter-deck?

Provavelmente você não gosta desse deck devido à sua mentalidade babaca. Há – você diz – algo ‘barato’ e/ou ‘sem habilidade’ nesse deck e é por isso que você não quer jogar com ele. Podíamos considerar o motivo pelo qual você acha que um deck deve requerer habilidade para que você considere jogar com ele. Citando Sirlin mais uma vez, “Explorar o raciocínio é inútil, já que a noção é ridícula desde o começo.”

A última vez que conferi [as regras], não havia nada que especificamente falava sobre ‘apenas decks que requerem habilidade são permitidos’. Essa, meu querido babaquinha, é uma regra artificial que você criou e está prejudicando seu progresso! Se você é um jogador ‘free-to-play’, então é absolutamente loucura você recusar jogar com um dos decks baratos mais efetivos do meta-game atual!

Existe, é claro, outra abordagem que eu poderia ter tomado; eu poderia ter tentado te convencer que o deck de fato requer habillidade (afinal de contas, vários jogadores copiaram o deck, mas ninguém conseguiu repetir o sucesso do Xixo com ele, sendo Lenda #1 em múltiplos servidores). Por fim, escolho não fazer isso porque essa discussão é supérflua; ‘jogar para vencer’ tem a ver com os resultados, não os por quês e os como. Simplesmente afirmado: a questão de que o deck requer muita/pouca habilidade para ser controlado é completamente irrelevante.

Antes de encerrar esse guia, vamos ver como é a atitude correta.

A Atitude Correta

NOME OMITIDO:

Entããão você joga de caçador e zoo *aplausos*

Para esse, Ra-V responde:

Ra-V: Embora esses sejam meus decks primários por necessidade já que sou um jogador F2P (free-to-play), se você der uma olhada nos guias que escrevi, acho que vai descobrir que minhas habilidades são diversas. Não me desculpo por usar decks fortes, jogar com qualquer deck a nível alto requer grande habilidade e prudência, na minha experiência, seja agressivo ou controle. Te convido a tentar usar qualquer uma das minhas listas para chegar ao Lenda; acho que você vai ver que é suficientemente desafiador maximizar o potencial desses decks com boa jogabilidade.

O que podemos dizer da resposta de Ra-V é que ele não é um babaca! Note quão absolutamente sem remorso ele está em relação a jogar com os melhores decks do formato/meta-game. Ele também aponta outra coisa; ‘Caçador’ e ‘Zoo’ não são os únicos decks que ele usa. Sob vários aspectos, é lamentável que jogadores sintam a necessidade de apontar que jogam com outros decks também. Se você é o tipo de jogador que gosta de adicionar a pessoa para dar rage após perder para um ‘deck câncer’, lembre-se que seu adversário provavelmente jogou milhares de partidas; só uma pequena fração delas pode ter sido com aqueles ‘decks câncer sem habilidade’ que você ama odiar.

Você joga uma partida contra alguém usando ‘Face Hunter’ e você imediatamente presume saber exatamente que tipo de pessoa ela é. Não parece um pouco bobo para você?

Conclusão

Certo, então isso conclui a primeira parte do guia. Espero que eu tenha ensinado a vocês, babacas 😀 uma lição valiosa e mostrado a vocês o que deve ser feito para progredir no jogo. Se você gosta de jogar por diversão, tudo bem. Se você gosta de jogar para vencer, tudo bem, também. Mas faça o que fizer, não seja desiludido e pense que você está ‘jogando para vencer quando, na verdade, você está jogando o jogo com uma dúzia de regras arbitrárias que estão de puxando para baixo. Remova o fardo que você vai correr mais rápido!”

lauren

Lauren “FMLaah” Ferreira

Fã de HQs, jogos, séries e afins

Se aventurando no mundo das cartinhas

Secretamente tem um romance com a Valeera

Fonte: Hearthstoneplayers

  • Igor Cesar Ribeiro Martins

    acho que é um pouquinho grande pra mim ler

  • Juan Carlo

    eu li artigo todo e posso falar .. sou um babaca com honra xD

    irei melhorar meu raciocinio sobre huntardes e zoolocks . obrigado pelo post muito bom

    • Vinícius de Camargo

      primeiro passo: aceitação (ok)
      segundo passo: ganhar de facelixo, add o oponente e esfregar isso na cara dele ( )

    • Tiago Gabriel

      Muitos jogadores abandonariam a jogatina caso fossem obrigados a jogar para vencer. E acredito que só se torna relevante se tornar profissional, caso haja o OBJETIVO de vencer .
      (esse termo Bacaca vem de um ponto de vista pessoal, achei ofensivo, mas acho que o objetivo do Autor era chamar a ATENÇÃO a todo CUSTO)

  • Jonas Rocha

    Reynad considera habilidade… Kappa

  • Casio Cross

    mais um babaca aki…cara eh mt chato vc passar um tempo criando um deck e vem um cara e copia um deck da net e sai ganhando…tipo esse cara eh um bom jogador por fazer isso?..o cara só copia pow..ele joga pra vencer? sim….mas eai? joga com o deck dos outros…isso eh vencer para ele ou para quem criou o deck?

    • Jonas Rocha

      Quem te fez shorar foi o copiador. Então… rsrsrsr
      Não sabe nem jogar e quer criar deck.

      • Casio Cross

        não to xorando..to falando minha opinião..se vc nao tem resposta entao fica na sua blz :)

        • Rodolpho David

          Se ele está sendo efetivo com o deck que ele copiou quer dizer que ele é melhor que você que não está sendo efetivo com o seu deck! Não tem essa, criar um deck é muito bacana, mas copiar é mt melhor! O que eu recomendo fazer é copiar um deck que está bom, e caso queira faça as alterações para o seu estilo de jogo ! Caso você esteja sendo efetivo com tal deck, excelente! Não há”mais mérito” para alguém por criar um deck.

          • Casio Cross

            qual a graça de jogar sem ser vc mesmo?…correto isso de copiar e depois dar os seus toques..agora copiar na cara dura e achar q esta arrasando…por favor neh..isso eh um jogador? eu crio meus decks e ganho mt bem por sinal…assim q eu jogo. Sou um babaca por não querer seguir modinha de copiar e se achar o best player.

          • Augusto

            Cara.. ser vc mesmo nao é necessariamente criar o deck.. ser vc mesmo é jogar do seu jeito. Todos os tops copiam decks. Leia TODOS! E depois colocam seus toques, como vc disse, de acordo com a ladder. Quantas pessoas não copiam decks e nao climbam bem? INUMERAS! Pode ver no grupo do marduk no face, metade da galera fez o paladino do coglorin, e nem por isso tiveram sucesso. Copiar deck é só seguir meta, querer cria-lo vai de vc.

          • Falakienos

            Eu fiz o deck do coglorin e n joguei nem 5x kkkk
            Mas aí foi devido ao fato de, “não ter me visto naquele deck”. Simplesmente não estava sendo “eu mesmo” jogando com ele. Não me adaptei e fiz minhas alterações de forma que, o deck se encaixasse ao meu gosto. Vi um vídeo do Noxius testando um deck de Druida com todos os Gigantes e tudo quanto é tipo de cura. Resultado: o deck funcionou a partir do momento em que se encaixou à playstyle do mesmo.

          • Jefferson Da Silva Medeiros

            Casio, você fala como se fosse “Eu sou o criador, a mente brilhante, me louvem!”
            Vou usar um exemplo bem simples que é a música.
            Qualquer banda que cria uma música teve influências, do mesmo jeito que o Skank pode ter influências do Led Zeppelin, Elvis Presley ou sei lá mais o que, e eles não negam essas influências, você deveria considerar que o seu “Criar”, é basicamente enfrentar muitos zoo e colocar 2 Flamestrikes, enfrentar um mage que usa Kezan, que rouba 1 segredo seu e pensar “Oh, isso parece bom, vou testar”, e colocar 1 Kezan no lugar de 1 Flamestrike, então não vem com essa de quem usa deck “Copiado” não sabe jogar, porque se deck copiado é 100% win como você parece pensar, você deveria copiar pra ver que não é bem assim. E sobre criar decks, você pode ganhar jogo até com Magma Rager e falar que seus decks criados te dão vitórias, do mesmo jeito que eles podem ser totalmente inovadores e muito bons, “Seguir modinha de copiar um deck e se achar o best player” isso me parece choro de quem tá apanhando na ladder.

          • Eduardo Dss

            Cara é que nem, drible em futebol, um cria, recebe o nome e todo o resto aprende a fazer, basicamente isso. (não sou adepto de copiar, pois tenho que adaptar muitos os decks, por conta da falta de cartas, mais sempre olho, para ver as cartas mais usadas das classes)

    • Daniel Vitor

      Ngm te obrigou a criar um deck, fez pq quis, se vence pela habilidade boy, deck ajuda, mas o que vence de vdd é habilidade

      • Jpcdh

        Casio não retrucou mais… ué?

  • ShadowKage

    Li todo o artigo, achei interessante os pontos, sou praticamente um “babaca” mas já tinha noção das minhas regras auto-impostas (Maito Gai).
    Mas como postura de vida e personalidade não acho o “jogar pra vencer” sustentável, se você adquire ou tem essa mentalidade no jogo, acaba incorporando-a na vida, e nossa vida depende muito de comos somos percebidos/avaliados na sociedade (emprego,promoção,família,relacionamentos, próprio sub-consciente)
    O próprio artigo explicita como os câncer são julgados, e sentem a pressão por isso. O mesmo artigo tenta “retirar” essa pressão mas a verdade é que ela sempre vai existir.

    Agora se você se sente bem sendo o jogador rotulado como “sujo”, “apelão” e não se importa se até seus amigos o odeiam, desde que saia “vitorioso”, fique à vontade. Mas a minha definição de Vitorioso vai muito mais além que a mensagem “vitória” mostrada no fim do jogo…

    • Luiz Barbosa Neto

      Creio que não entendeu a problemática, lógico que a momentos para focar no bom entendimento e diversão com amigos, mas quando se trata de subir rankings, ganhar campeonatos, e etc. Deve se jogar para vencer, na ladder o apelão ta lenda e o “honrado” ta rank 15, infelizmente isso é verdade, e enquanto você não aprender a ser “apelão” na ladder, seja jogando com o famoso cancêr, ou com um druid combo que anda bem forte, você não vai subir, querendo ou não é uma realidade. Acredite em mim, não vai perder amigos por isso, e se perder é por que não são amigos.

      • ShadowKage

        Eu entendi a problemática totalmente Luiz, resumindo bem “porcamente” você sacrifica seus valores morais (os que tem esses valores ao menos) por maiores chances de vitória. Isso é uma opção de escolha, e EU escolho não abrir mão.
        Nem por isso me encaixo na categoria “rank 15” que você citou, sou jogador lendário, peguei Lendário quase 2 meses após começar a jogar (comecei no Naxx) e tinha na época ainda somente uma lendária (Ysera). (ganhei do Hyped ainda, ele tava com o deck dele de freeze huehue)

        Resumindo mesmo que você queira jogar só pra ganhar (digamos por ser um torneio), as vezes ganhar dessa forma não lhe é vantajoso, pois você perde dinheiro com as pessoas que poderiam ser seus fãs, mas não são por quê você “só pensa em ganhar”; você talvez não seja contratado por um time ou patrocinador pela sua postura; pois como aconteceu com um jogador que queria tanto ganhar que foi pego “snipando” a stream no torneio, etc.

        O tópico diz: Você é babaca pois não joga para ganhar!!
        E eu digo :Depende do que você considera ganhar! Realmente Ganhar não é somente chegar primeiro na linha de chegada, mas também importa como você chegou lá.

        • Daniel

          Valores morais? Se vc disser que o cara usou bot ou deu Ghost, concordo que seja um problema moral. Agora o cara subir na ladder usando os recursos que o jogo te dá, não creio que isso venha a conspurcar a imagem de ninguém… A própria história premia os vencedores e as táticas que os fizeram vencer. Sem pensar muito dá pra citar vários exemplos

        • Bruno Cavalcanti

          Usar 50 arremessos numa luta no street fighter não me torna uma pessoa sem moral. Se é um torneio e eu fiz pra ganhar ok. Eu perco em diversão. Uma luta assim é muito frustrante. (Tanto pra mim, quanto pro adversário que perdeu). Mas não quebrei nenhuma regra. Não matei, roubei ou acabei com minhas crenças e valores da vida real.

          Então a escolha deve ser entre se divertir menos com focal total na vitória (custe o que custar, dentro das regras), ou focar na diversão, for fun, amizades e jogar de uma forma mais “legal”.. (tentar derrotar num super combo fodão, mesmo q vc morra tentando..).

          Lembro que eu dava muitos carrinhos quando jogava futebol com meus primos na infância. E eles apelavam.. Eu perguntava se o botão círculo do controle deles estava funcionando.

          O fato é que isso não tem nada a ver com moral. É uma mecânica de gameplay criada pela produtora do jogo que está disponível pra todos os players.

          abs

    • Rafael de Martini

      Penso como você ShadowKage, apesar que o mais importante antes de tudo é analisar o objetivo do jogador.

      É claro que se o cara estiver em um campeonato ou quiser pegar lendário pela primeira vez não pode se limitar, nem se fechar pra nenhum arquétipo, ou até mesmo ser um jogador iniciante F2P, mas não consigo entender qualquer um que não se enquadre nessas três opções. Cansei de ver caçadores dourados, com fundo de carta lendário, jogando de face hunter, até mesmo casual, nada contra, só que o que esse jogador está ganhando? Com certeza o caçador dele está level 60 por ser dourado, já tem todas as cartas douradas de classe e básicas, já conseguiu pegar lendário, com o deck todo dourado, então teoricamente tem pó suficiente pra fazer qualquer deck no jogo, essa pessoa pra mim não tem objetivo nenhum no jogo. Eu por exemplo já peguei lendário e não me sujeito a jogar com qualquer deck só pra pegar lendário novamente, que pra mim hoje é só um status já que não tenho mais incentivo nenhum. Minhas metas atuais são pegar level 60 com todas as classes pra conseguir todas as douradas básicas e conseguir todos os heróis dourados (que por sinal demora bastante), mas se eu ficasse estagnado jogando só com uma classe nunca conseguiria nada disso.

      Como você disse o jogo vai muito além da mensagem “vitória” no fim da partida, é diversão acima de tudo e eu não consigo me divertir jogando com um deck que só possui criaturas com investida sem estratégia nenhuma. Gosto de fazer jogadas novas, inusitadas, combos diferentes, as vezes consigo me divertir até perdendo com aquelas partidas bem disputadas, em que é preciso se pensar bastante pra fazer determinada jogada.

      Imagine então se todos começassem a jogar com deck X só pq ele está bem forte no meta, então só teríamos uma classe, um deck, que divertido seria, não? Voltaríamos à época que só tinha ZOO na ladder, onde todo mundo reclamava e com razão. Por outro lado é bom que tenham esses câncers na ladder, pq me dá um imenso prazer ganhar deles, não tem sensação melhor nesse jogo, dar aquela curada e só esperar o caçador conceder hahaha.

      Posso ser um “babaca”, mas sou um “babaca” consciente.

    • Eduardo Souza Alves Junior

      cara posso dizer que tirei mais do seu comentário do que em todo o artigo, não desmerecendo o artigo porque ele faz todo sentido, porém ele ensina que devemos jogar baixo para vencer oque na verdade sabemos que não é verdade, você pode ser um oponente de peso jogando limpo oque aumenta mais o mérito da vitória.

    • Daniel Vitor

      Eu discordo de vc.
      Ngm joga pra perder, so isto ja faz o “so jogo pra ganhar” válido, agora depende de como a pessoa vai jogar, eu por exemplo, sou um apelão nato, uso tudo e mais um pouco, nunca desisti e nem sei como se desiste no HS, mas sempre fui tido como player honrado, pq dou tudo de mim, posso até perder, mas n fico chorando.
      A vitoria n e tudo o que importa, mas é por causa dela q eu jogo, eu prefiro apelar, vencer e usar minha mão toda doq perder com 4 cartas fodas na mão so pq é uma estratégia apelona, se vc realmente for sujo ai é outra historia, mas enqt eu tiver na minha mente que tou jogando do jeito certo eu vou falar q e tudo choro de mal perdedor

    • Ricardo Lemos

      Existe troxa p/ tude né… Obrigado por pensar assim 😀

  • Stefano Lopes

    Excelente artigo…com muita (talvez não muita) honra adoro cancer e sou muit. o feliz com isso. Mas o pior é que não é meu unico deck, tambem adoro controle…jogo conforme meu humor. Tambem copio decks da net. Porque? Porque quero (alem de não dispor de tempo pra ficar testando decks). E isso nunca foi chave para sucesso, muitos não me adaptei, outros melhorei e alguns odiei.
    Quer counterar hunter? Azucrinator é meu pesadelo atual…e é barata e parece estar em todos os packs, já tirei uns vinte+.
    O máximo mesmo é o cara reclamar de mim porque não consegue me vencer…péra…vamos combinar eu perco umas de vez em quando..kkkk. “não consigo ganhar de um deck que qualquer macaco joga”…era pra me ofender??? tu não consegue ganhar de um macaco??? kkkkkkkkkkkk

    • Daniel

      Bem dito.. os counters contra face hunter são os mais baratos e fáceis de encaixar em decks.. azucrination, kezan..

  • Victor Giovanetti

    Então o reynad foi um babaca xingando o xixo

    • Luiz Barbosa Neto

      Exato, e mais babaca quando perdeu e continuou chamando o xixo de ruim

    • Falakienos

      Eu ia comentar exatamente isso. O xixo é o melhor exemplo de “Play2Win” que me vem à mente.

  • Leonardo Antonio

    Resumindo, pra ganhar tem que ser câncer. É isso mesmo Arnaldo?

  • Eduardo D. Oliveira

    Antes eu até tinha raiva de decks como zoo e face, hoje nem ligo mais, é apenas um deck com sua jogabilidade nada de mais. Jogo de midrange e control, ja tentei jogar de face e zoo mas “não consegui”, não que eu não tenha ganho mas sim que ganhar partidas na maioria das vezes no top deck e torcendo pra determinada carta vim é desconfortavél pra mim.

    • Rodolpho David

      Face hunter não existe “top deck” muito menos RNG, Tudo que há no baralho é dano !

  • Daniel

    Um excelente artigo. Eu acho muito engraçado quando vejo pessoas revoltadas por perderem pra um face hunter. mais engraçado ainda é dizerem que preferem perder a jogar de “câncer”. Eu tinha um problema com as emoticons adversárias, que só consegui resolver jogando de face hunter, porque os jogadores curtem muito ficar spamando quando estão ganhando desse deck. Minha resposta para well played’s irônicos nada mais é do que um Thanks mais irônico. Não se pode vencer todas…

  • Clóvis

    Parabéns pelo texto, escrito perfeitamente :)

  • Dayane Cris

    Meu Deus! Amei esse artigo! hahahah sério mesmo! preciso compartilhá-lo com muitos amigos, assim paro de ser tachada de “A chata”. o//

  • Sirleno Gonçalves Belo Junior

    Incrível, excelente o artigo tomo como lição de vida! Parabéns! (Darkbelo)

  • Cláudio Henrique Müller Fonten

    Não conheço ngm da minha geração que não seja “um babaca”, todos nós crescemos já considerando certas jogadas “apelação” desde os jogos de luta e assim vai, e isso vem até hj…agora se isso é um erro já não sei…eu mesmo prefiro fazer 4 cartas comuns douradas do que uma lendária…sl =p

  • Thiago Ernany

    Esse texto da a entender que:
    a) Jogar de cancer é saudavel, esqueça habilidade, o negócio é ganhar;
    b) Use hackers, é uma vantagem que só babacas não acham justo.
    (sim, não é isso que o texto transmite, de longe, não é isto, mas é o que um babaca normal entende)
    Não sei se alguém vai entender o que eu estou tentando falar, muitos vão até me xingar, mas é o que algumas pessoas chegam a entenderm: um jeito de ganhar mais fácil, que não requer habilidades, e que te faz chegar ao seu objetivo mais rapido (geralmente pegar o rank legend pela primeira vez).
    Espero que pelo menos alguns entendam o meu ponto de vista.
    Até algum outro post mamilos

  • Favaros

    Olha primeiro tl;;dr (só o principal)

    HandLock é falta de habilidade sim, uma carta que chegar na hora certa e já era toda a partida. um inferno o unico counter q encontrei foi não bater mais qdo chega nos 14~16 de vida e finalizar de uma vez

    Outra coisa importante, esse artigo está focado na realidade americana (até tem semelhanças com br). Eu não sei como explicar mas esse negocio de jogar para vencer, br joga para passar o tempo, aprender alguma coisa nova, xingar e trollar o mundo essas coisas. Felizmente nossa cultura não é tão alienada, o que é otimo pq sobra tempo para fazer outras coisas legais tbm alem de jogar.

    Finalmente, parabens para o Lauren por ter coragem de traduzir, eu quase critiquei q estava confuso os termos mas fui olhar o original e é uma loucura

  • Fabricio Rezende Tiberto

    So acho q o nome desse artigo deveria ser, pare de mimimi. Se um cara copiou ou jogou com cartas com sinergia ja testadas e que são boas, se ele se da melhor com uma certa classe que outra ou ainda nao tem todas as lendárias e mesmo assim, ganhou de você… parabens!! Melhore suas taticas e sua visão de jogo, para que nao perca novamente, invente formas de pará-lo ou copie de quem já testou, mas se insistir no seu deck e achar que deve ganhar de qquer um sem fazer alterações, isso sim é babaquisse.

  • Luis Eduardo

    Eu particularmente não ligo pra essas críticas de “cancerlock” ou “huntard”,desde criança a maior parte da minha diversão jogando video-game foi olhar pro lado e ver meus amigos putos da vida falando “vai apelar mesmo” ?

    • Eduardo Dss

      Vendo uns artigos antigos aqui.

      Isso que você acaba de falar chega a ser nostálgico.
      A diversão começa mesmo quando se enfrenta pessoas que te fazem pensar nisso.
      (Mais que cara “apelão”) Vou ter que pensar em um modo de “counterar”essa estrategia dele. Ou usa-la também.

  • Felipe Morais

    Muito Bom,

    E no mais e só aceitar que é um jogo de habilidade e sorte. Não adianta nada jogar de face e não ter habilidade e sorte ao mesmo tempo haha, e jogar ja no modo range piora as coisas xD

  • Rodrygo Santana

    artigo babaca

  • Avaliador ZTY

    Grande artigo.

    A mentalidade babaca é atualmente algo dificíl de sumir por completo, até porque o hunter já tomou nerf várias vezes por causa dela, assim como outras classes e cartas. Mas imagine se não existisse tal mentalidade: o meta seria totalmente diferente, só existiriam classes apelonas por assim dizer.

    A mentalidade é babaca a partir do momento em que passa do limite do bom senso da maioria – ou seja, quer deixar o meta mais limitado. Acho normal não gostar de enfrentar certas classes, até porque muitas vezes tomamos counter delas (ladino apanha pra warrior control, por exemplo). O importante é conseguir contornar elas, seja com a mesma classe mudando de modo (mago mech para mago freezing contra decks controles com petisco, por exemplo) ou com outra.

    Então vamos ao ponto do artigo: sou babaca? Acho que não, na maioria das vezes jogo pra ganhar em x1 que são importantes ou fazem parte de algum torneio entre amigos, entretanto, não jogo seriamente na ranked. Se jogarmos só para vencer acabamos enjoando do jogo. Basta equilibrar todos os fatores e decidir quando quer ficar sério.

    Rumo a #BRM e mudanças no meta com ou sem tal mentalidade. xD

  • Robson Luiz

    Eu adoro face hunter, nao sou muito de jogar com zoo pq n gosto muito, mas a classe que eu mais tenho raiva e sacerdote pq copiar suas cartas e roubar seus monstros me deixa doido de pedra kkkk mas quando ganho contra sacerdote parece que ganhei o mundial de hearthstone.

    Otimo artigo, em algum ponto do artigo fala que para se ter uma porcentagem maior de vitoria é preciso investir, realmente investir no jogo almenta o gama de possibilidades e estratégias mas nada que umas arenas não resolvam.

  • http://meninomiel.com.br Edmiel Leandro

    Todo mundo é babaca. Todo mundo torce o nariz quando alguém desce ‘aquela’ carta. Fazer o que? Tá no jogo é pra jogar. Impor regras e desafios pessoais é mais benéfico e melhora seu desempenho no jogo. Todo mundo é babaca, mas não acho que isso seja ruim, desde que haja respeito pelo adversário.

  • Coyotesp

    acho q os babacas são mais felizes qdo jogam, mas acho q como tudo na vida deve ter equilibrio, jogar pra vencer as vezes cansa, mas vencer eh sempre bom.

  • thugchamp

    Só acho paia negin que tem td carta e ainda so usa deck premade, quando vc acabo de começa ta é uma coisa mas po se vc so usa deck de outras pessoas vc ta perdendo uma grande parte do game

  • Everardo Feres

    Concordo com muitos pontos, mas tem um ponto CRUCIAL em que o artigo falha miseravelmente.

    Na parte em que ele compara as cartas do Hunter com de outras classes (Arco com Machado, Comando com Bola de fogo, etc).

    Sim, ele faz comparações de otimas cartas do hunter com otimas cartas de outras classes pra dizer que as outras classes tambem tem cards semelhantes.

    Mas a questão é: Alguma outra classe tem TODAS ao mesmo tempo como o Hunter? Seria o mesmo que um mago com Machado de guerra, Bola de fogo, Explosão de diabrete DEPOIS de usar Justicar Veras no campo.

    Sim, eu gosto do Hunter, não acho desbalanceado. Mas a comparação não foi pertinente, pois comparou ponto a ponto, quando, na verdade, o Hunter tem Vários pontos, que deveriam ser comparados com vários pontos de outras classes únicas, e não usar cartas de várias classes pra contrapô-lo.

  • Lucas Wonka

    Eu não to nem ai .-. uso zoo, face.. apesar de não jogar só de hunter e lock, eu jogo pra ganhar mesmo e a unica coisa que importa pra mim é o meu ranking lenda.. Se o deck esta no jogo é pra ser usado, e se você não usa, o problema é seu meu caro ^^

  • Fernando

    • Professa um forte desejo de vencer, mas se recusa a gastar um mero centavo ou tempo no jogo. Porra , não querer gastar dinheiro com jogo é ser babaca ?? Falando assim até parece que o jogo é paytowin.
    Eu nunca gastei um centavo no hs e peguei lenda.

  • Felipe Chagas

    parece que o jogo virou, não é mesmo? adeus, golem arcano, fica com desu

  • Snipershot,O sith

    queria deixar uma pergunta aqui na epoca do grande palasegredo o Desafiante Misterioso era injusto OP para vcs?

    • Super Suporte

      de maneira alguma, pois todo mundo sabia muito bem o que era o segredo. Dai era só controlar o jogo e usar bem os recursos que dava para conterar

      • Snipershot,O sith

        ta vlw entao posso falar pro´meu amigo q era handlock na epoca q ele era mimizento

  • Gabriel Diniz

    Ah cara muitos pontos toscos aí, o cara que escreveu essa guia se inspirou totalmente em Maquiavel, isso é um jogo,jogando pra ganhar ou não vc joga pra se divertir, e vc jogar com um deck simplesmente por ele ser forte não é nada divertido, essa mentalidade de fazer tudo pra ganhar é absolutamente ridícula, jogue para passar o tempo e se divertir, se tem um objetivo de pegar lenda não precisa ser com um deck que vc ache um saco jogar, escolhe um que goste jogue bastante e irá conseguir, caso não consiga é porque não mereceu simples

  • JuniorKun

    Adorei o Artigo e agora não paro de pensar nos babacas do outros jogos como os de Smite [e possivelmente de outros Mobas] que reclamam da estrategia de Backdoor ao invés de pensar em uma forma de responder a isso e/ou usar a mesma técnica.
    Entrei achando que seria o Babaca, talvez por ser muitas vezes no dia-a-dia :v mas fiquei surpreso por perceber que estou acima disso! 😀

  • JorUge Ferrari

    Esse texto mudou de verdade meu modo de encarar não só o jogo, mas a vida, vou poupar estes anos que perdi, ensinando isso ao meu filho. OBRIGADO!! (com a voz do Bruxo)

  • Douglas baiense

    Um dos melhores artigos que já li sobre games. Trabalho soberbo!

  • Adler Mayer

    Que artigo inútil cara. Você deveria dar dicas e não confrontar quem odeia esses decks canceres, comparar os cards do hunter com outros what ?
    TCG é tática, estratégia, HABILIDADE, se for só pra jogar card na mesa e dar dano direto jogamos 21, sim eu sou “babaca” e sim ja cheguei a legend e mais de 3k wim sendo um babaca F2P. Abraços.